quinta-feira, 24 de outubro de 2019
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Porto Beeats (Episódio 23 - Porto Canal) - Tintin
As aventuras do Porto Beats cruzam-se com as do Tintin.
O herói de Hergé é o tema deste episódio.
Mais propriamente a livraria que há no Porto. E que lhe faz uma, mais que justa, homenagem.
sexta-feira, 11 de outubro de 2019
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
Novas pastiches de Tintin em "As Leituras do Pedro"
Susa Monteiro
Ivan Reis
Joe Prado
ver em As Leituras do Pedro - http://asleiturasdopedro.blogspot.com/2019/09/comic-con-2019-tintin-por.html
terça-feira, 1 de outubro de 2019
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
"As Jóias de Castafiore" da revista Zorro
O blogue "Páginas de BD" disponibiliza mais um episódio das aventuras de Tintin. Desta vez, trata-se de "As jóias de Castafiore" ("As jóias da Prima-Dona") publicado na revista Zorro entre os números 26 e 87.
Deixamos aqui o link:
sexta-feira, 19 de julho de 2019
Tintin esteve na Lua antes de Armstrong
Tintin pisou o satélite terrestre 16 anos antes dos americanos
Comemora-se, este sábado, meio século dos primeiros passos de Neil Armstrong na Lua, mas a verdade é que Hergé colocou os seus heróis no satélite terrestre 16 anos antes.
Na verdade, foi em 1953 que Tintin desceu as escadas exteriores do célebre foguetão em xadrez vermelho e branco e exclamou: "...pela primeira vez na História da Humanidade ALGUÉM CAMINHOU NA LUA!", como se pode ler em "Tintin e a Lua", a recente edição da ASA, da dupla aventura lunar do repórter belga, que é uma boa oportunidade de recordar ou descobrir a obra mais exigente do criador belga, em termos científicos.
A profunda investigação que esteve na origem do díptico "Rumo à Lua/Explorando a Lua", respetivamente os 16.º e 17.º álbuns na cronologia de Tintin, e que em muitos aspetos antecipou quase duas décadas a missão da NASA, faz com que a obra mantenha grande parte da sua atualidade e a capacidade de prender o leitor pela forma equilibrada como gere o suspense, a ação, o humor e mesmo uma forte intensidade dramática - em momentos como a alunagem ou o regresso à Terra.
Mesmo nos aspetos que sempre mereceram alguma contestação, como a forma do foguetão ou a sua propulsão atómica, foram devidamente escudados por Hergé nas mais recentes invenções da época da criação da banda desenhada, originalmente publicada entre 1950 e 1953. A descoberta de gelo por Tintin foi secundada recentemente pela NASA, e outros detalhes, como a recolha de amostras de rochas lunares, anteciparam a expedição norte-americana que trouxe mais de 300 kg delas para a Terra.
A importância dos preparativos, a perceção da enorme dimensão do projeto, a vida a bordo - sustentada pela maquete do foguetão que Hergé mandou fazer para garantir a credibilidade das sequências - ou a sensação de pequenez do ser humano face à dimensão da Terra e da Lua avistadas do espaço, são outros dos fatores que fazem desta uma obra notável e única.
F. Cleto e Pina in JN
quinta-feira, 4 de julho de 2019
Caricatura de José Gomes
HOMENAGEM A UM PROFESSOR E AMIGO
Fazer sorrir os amigos é sempre uma oferta especial em datas de aniversário.
Por isso fica o meu desenho em homenagem a Francisco Amaral. Já tinha enviado, em data própria, o desenho capturado pela minha excelente (pffff) câmara de telemóvel...mas, agora segue o desenho digitalizado e com mais brincadeira.
As caricaturas devem (na minha opinião) expressar algo mais do que os traços da pessoa...deve ser um registo de alguma brincadeira que também a caraterize o caricaturado - é assim que penso e que faço.
José Gomes, 14/04/2015
O realizador do programa de rádio "Íntima Fracção", Francisco Amaral, de 68 anos, morreu em Abril de 2019.
sábado, 29 de junho de 2019
7 curiosidades sobre Tintin
No ano em que se comemoram 90 anos da publicação do primeiro volume, recordamos As Aventuras de Tintin e contamos-lhe algumas curiosidades que talvez não saiba sobre a banda desenhada criada pelo belga Georges Remi, mais conhecido por Hergé.
Da ligação a Portugal às acusações de racismo e até à história nunca terminada, as aventuras do jornalista Tintin, que só escreve uma vez em todos os livros, tornaram-se um marco histórico na banda desenhada francófona e conquistaram milhões de leitores nos mais de 50 idiomas para que foram traduzidas.
1. O PRIMEIRO PAÍS ESTRANGEIRO A PUBLICAR
Portugal foi o primeiro país a publicar Tintin numa língua que não o francês. A revista católica O Papagaio – suplemento infantil da Rádio Renascença – publicou Tintin na América a 16 de abril de 1936, na altura com o título Tim-Tim na América do Norte.
Além de ser o primeiro país não francófono a publicar as aventuras do jornalista, Portugal foi também o primeiro país a publicar Tintin a cores, algo nunca feito até então. Só em 1941, quando foi publicado A Estrela Misteriosa, é que Tintin passou a ser originalmente a cores.
2. TINTIN... PORTUGUÊS?
Como havia o hábito de aportuguesar traduções, nas primeiras décadas em que foi publicado em Portugal, Tintin tornou-se um repórter português enviado pelo O Papagaio, onde surgiu primeiro, ou pelo O Diabrete, onde foi publicado depois, para cobrir vários eventos pelo mundo.
O caso mais notório foi a aventura Tintin no Congo, que foi transformada em Tim-Tim em Angola, já que o Congo era colónia belga e Angola era portuguesa. Além disso, na mesma aventura, a aula de Geografia que mostra o mapa da Bélgica foi substituída por uma aula de Matemática.
3. MILOU: CÃO OU CADELA?
Pode parecer óbvio, mas, em Portugal, o género do fiel companheiro de Tintin, o fox terrier Milou, foi algo que despertou algumas dúvidas. Quando as aventuras começaram a ser publicadas por cá, um erro de tradução deu a entender que Milou seria uma cadela.
Como, em português, Milú soaria a nome de mulher e era também nome da cantora e atriz Milú, que cantava nas emissões radiofónicas de O Papagaio, acabaram por mudar o nome para Rom-rom, algo que se manteve durante vários anos.
4. PAGAMENTO EM GÉNEROS
Durante a Segunda Guerra Mundial, O Papagaio e O Diabrete, periódicos portugueses que publicavam Tintin, pagaram a Hergé… em géneros alimentícios. O pedido foi feito pelo próprio e a comida era enviada não só para Hergé mas também para o seu irmão, Paul, prisioneiro de guerra num campo para oficiais na Alemanha.
5. HERGÉ ERA RACISTA?
Em 2007, um congolês chamado Mbutu Mondondo exigiu que as edições de Tintin no Congo fossem retiradas do mercado ou que incluíssem um prefácio que explicasse o contexto político e cultural da altura.
Isto deveu-se ao retrato paternalista que a história dá aos negros, consequente da visão da época, que Mondondo considerava apologista da colonização e da superioridade da raça branca sobre a negra. O pedido foi rejeitado pela Justiça belga.
Aquando da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), durante a ocupação da Bélgica pelos nazis, Hergé criou histórias de Tintin para o Le Soir, jornal alinhado com os ocupantes. Esse facto motivou alguma polémica a que Hergé, na altura, respondeu dizendo que se limitou a continuar a trabalhar no seu ofício, a banda desenhada, como qualquer cidadão.
Apesar de não se ter livrado das acusações de colaboracionismo, nenhuma das suas histórias defendeu o nazismo.
Quando morreu, em 1983, Hergé estava a trabalhar numa nova aventura de Tintin, Tintin e a Alph-Arte, no entanto não chegou a terminá-la. Chegou a ponderar-se que outros artistas finalizassem a história, mas a ideia foi abandonada e a aventura foi publicada tal como Hergé a tinha deixado: sem um fim.
In Somos Livros
terça-feira, 25 de junho de 2019
Tintin e a Lua
Os dois episódios da aventura lunar imaginados por Hergé (Rumo à Lua e Explorando a Lua) foram publicados em 1953 e 1954, ou seja, quinze anos antes da missão Apollo 11 (1969) e antes mesmo do primeiro satélite Sputnik (1957).
Ambos se encontram reunidos neste álbum duplo, lançado especialmente por ocasião do 50.º aniversário dos primeiros passos do homem na Lua (20 de julho de 1969).
Tintin e a Lua, Hergé, Edições ASA, capa dura, cor, 19,90€
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