domingo, 13 de julho de 2014

Cartaz de Manifestação

A Coligação Democrática Unitária, em 1995, aproveitou os irmãos Dupondt para ilustrar um cartaz de divulgação de uma manifestação a realizar em Lisboa em 14 de Setembro.

 in  http://arquivo.sinbad.ua.pt/Cartazes

Tintin por Tintim


Cartaz

título: Exposição Tintin por Tintim

edição:  [S.l. : s.n.], 1990

dimensões: 42 x 31 cm.

descritores: Artes visuais

Texto do cartaz: António Mendes - Alvim - Carlos Barroco - Carlos Ferreiro - Caseirão - Jorge Camões - José Eduardo Rocha - Luís Cruz - Luísa Ferreira - Manuel San Payo - Miguel Horta Romualdo - Vitor dos Reis - Vitor Rua; Pintura, Escultura, Fotografia, Vídeo, 6 de Abril a 9 de Maio de 1990; Espaço Litoral - Novo Século Rua do Século 4 - B - C, 1200 Lisboa

lugar de impressão: Lisboa

nome do impressor: Litografia Tejo

URL

http://sinbad.ua.pt/cartazes/CT-ML-I-4077

http://sinbad.ua.pt/cartazes/CT-ML-I-4077.1

https://arquivo.sinbad.ua.pt/Cartazes/2011000778

TEXTOS

TINTIN por TiNTiM

A ideia desta exposição, que inicia a abertura de um novo espaço em Lisboa, encontrou a aderência de vários operadores estéticos que se sentem ligados à experiência da Galeria Novo Século.

Sem ter a pretensão de uma exaustiva homenagem nacional ao criador desta personagem, familiar a várias gerações de portugueses, a exposição TINTIN por TINTIM, pretende assinalar uma atitude lúdica e diversificada da interpretação do herói da B.D. na área das Artes visuais no início dos anos 90.

Em paralelo, à exposição, objectos design sobre o mesmo tema irão reforçar a homenagem internacional ao criador, Hergé.

Esta é a primeira aventura no ESPAÇO LITORAL.

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No dia 10 de Janeiro de 1929 surgiu pela primeira vez a personagem de Hergé conhecida com o nome de Tintin. Tratava-se da sua primeira aventura Les aventures de Tintin Reporter du Petit Vingtième au pays des Soviets.

Um ano mais tarde esta história foi publicada em Álbum, a preto e branco, com a tiragem de cinco mil exemplares – valendo hoje, cada um deles, uma pequena fortuna.

Voltou a ser impressa em 1969, numa tiragem de quinhentos exemplares, por vontade expressa de Hergé, destinada a ser oferecida aos amigos! E voltou a ser reimpressa.

De 1929 a 1976 Hergé criou vinte e duas histórias de Tintin e dos seus companheiros, com tiragens muito elevadas em diversas línguas, com frequentes reedições, o que representa uma longa permanência junto de milhões de leitores de diferentes gerações.

As aventuras de Tintin permitem acompanhar a evolução da humanidade ao longo de cerca de cinquenta anos, sendo o herói de Hergé muito sensível a acontecimentos decisivos do nosso tempo. Deles deu o Autor uma interpretação e ilustração pessoal, frequentemente contraditória, nunca deixando de castigar os maus, os corruptos, os vendedores e traficantes de armamentos, os políticos sem escrúpulos, os negociantes de droga.

Procurou Hergé divertir os leitores com uma linguagem límpida, recheada de efeitos cómicos, com uma sábia utilização da cor, apresentando factos reais, inventando situações nascidas da sua fantasia e imaginação, surgindo Tintin como o repórter por excelência do Século XX.

A homenagem de artistas portugueses na exposição Tintin por Tintim pretende exaltar a obra de um artista muito interessado pela arte moderna e que não teve tempo para pintar porque dedicou a vida a escrever e a desenhar histórias aos quadradinhos.

Vasco Granja

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Quando era miúdo, na praia onde eu e meus irmãos passávamos as férias, organizámos uma sociedade secreta que tinha como símbolo uma tábua com a forma de um porco – Assim surgiu a "Máfia do Porco", que todos os verões semeava o terror entre os banhistas e crianças indesejáveis.

Era a época do Tintin, o repórter, com todas as suas aventuras e simbolismos.

Anos mais tarde, quando conheci a minha mulher, ela usava como brincos duas conchas de Cardium (berbigão), reconheci nisso um sinal de bom agouro. Em "O Caranguejo das Tenazes de Ouro", o chefe da quadrilha de traficantes do ópio traz ao pescoço um par de tenazes, símbolo dessa confraria do crime. Sempre achei que essas tenazes de sapateira, quase despercebidas pela reduzida dimensão dos quadradinhos e proliferação de filactares, seriam uma obra prima de joalharia...

Miguel Horta

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"LES AVENTURES DE TINTIN, PAR VITOR RUA"

O homem das cavernas pintou as paredes com figuras do homem caçando bisontes.

Os egípcios faziam "cartoons" colocando cabeças de animais em corpos de homens ou mulheres para fazerem sátiras.

Quando era pequenino brincava muitas vezes de Tintin. Ficava horas a ler o Tintin a comer bolachas moles com limonada. Ler o Tintin fez com que eu gostasse de viajar e de aventuras, embora eu seja menos corajoso do que ele. Gosto muito de Tintin.

Vítor Rua

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"Bandidos! Assassinos! Ladrões! Deixem-me! Devolvam-me os rolos!"

Luísa Ferreira

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Deslocação

Aventura é ter um corpo.

Tintin dá-nos consciência da existência de corpo.

É este sentimento de deslocação que permite a apropriação do espaço e do tempo da narrativa.

Em cada quadrado se vai estruturando um novo outro tempo, um novo outro espaço.

Reestruturamos em rapaz (de "calções") com um cão inseparável, e companheiro de aventura, numa "história" que conta, porque se estrutura para ser contada, ser possível, ser real.

Ter uma forma tridimensional...

Existência, cujo figurino de herói, resulta da sobreposição de um personagem (de "calções") e cão com uma aventura desinteressada total, portanto...

Deslocação.

Jorge Camões

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A PROPÓSITO DA OBRA DE ARMANDO CASEIRÃO...

O Tintin não usa óculos, salvo quando se disfarça para escapar aos seus inimigos, o que acontece em muitas situações.

Devia usar. Ajudavam-no a ver o mundo de outra maneira. Mas ele é saudável como todos os meninos devem ser. É bonzinho, honesto, inteligente, trabalhador, tão perfeito que chega a irritar.

Reconforta vê-lo cravado de pregos ou pendurado no pescoço de um caçador de cabeças.

De súbito, tudo se revela: a expressão perversa, o arrependimento tardio.

Ele próprio parece tirar algum prazer do seu papel de vítima, e no entanto, da sua boca saem ainda palavras amargas e cruéis: "E o Miú? Ele também merecia!"

É verdade. Mas esse fica para uma próxima oportunidade.

Pedro Monteiro

+

- Senhoras e senhores, terei a honra de interpretar a grande ária das jóias, de Fausto – A – A - Ah, chega a rir de me ver tão bela neste espelho.

– Formidável, hein?

- Sim, é essa a palavra adequada.

- AAAAAh, a rir!

- Sempre que a oiço me lembro de um ciclone que se abateu sobre o meu navio, certo dia, quando navegava pelo mar das Antilhas!

- Responde-me, responde-me, responde, responde-me depressa!

- Auau! Au! Auauuuu! Auauuuu!

- !!

- Auau! Auau! Auuu! Auuu! Auauuau!

- Não! Não! Não! Não és mais tu!

- Céus, que é isto?!

- Uma esfera de fogo! Se afaste, professor!

- BEMM

- Bianca! Milu! A múmia!

- Meu Deus! A múmia!

- Raspac Capac desapareceu!... Evaporou-se!... Volatizou-se!... Só restaram suas jóias!

- SOCORRO!

- É Bianca!... Depressa!

- Que foi, Bianca? Porque gritou?

- Eu... ah... tive um pesadelo terrível. Raspac Capac entrou no meu quarto... Trazia na mão uma grande bola de cristal e jogou-a com toda a força no chão...

- É extraordinário. Sonhei bem a mesma coisa!

- E eu!

- E eu!

- Também eu!

Vítor Dos Reis

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Allo?. Pardon?... Non, madame, ce n'est pas la Boucherie Sanzot!... Non, madame, pas le 431... Le 421, madame! Il n'y a pas de quoi, madame... Non, madame, ce n'est pas la boucherie Sanzot!... Je... Comment?... Oh! Pardon, de... HEU... Le Comment? les lunettes du capitaine Auguste? En France? OH! Pardon. Je... HEU... Le capitaine? Non, pas pour le moment. Il est en promenade...

Romualdo

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"RECADO DE BRUXELLOS"

Cumé? Tudo Juca Juca!!!

"Golo é gouoolo guooooolulu!..."

Milk and cat - Muito bife, muito leite

Fazer Kanuko é estranho.

The King of the paintings

F. Alvim

+

... Não me deixem sozinho nesta ilha!

Carlos Barroco


(A propósito da Exposição Tintim por Tintim - 1990)



sexta-feira, 11 de julho de 2014

Cartaz de Exposição de 1990

O Espaço Litoral Novo Século organizou em 1990 uma exposição de pintura, escultura, fotografia e vídeo sobre o tema Tintin e denominada Tintin por Tintin.

in http://arquivo.sinbad.ua.pt/Cartazes/2011000778

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Oliveira da Figueira no blogue do Centro Nacional de Cultura


A VIDA DOS LIVROS
De 7 a 13 de Julho de 2014.

Uma viagem até ao mundo da banda desenhada leva-nos, a nós portugueses, a uma figura estranha e inusitada - «Oliveira da Figueira» (Editions Moulinsart, 2012) - que nos merece séria reflexão, e que talvez não tenha sido ainda suficientemente estudada à luz da sua e da nossa natureza.


PORTUGUÊS DE GEMA… - A última vez que tive notícias dele foi através do meu Amigo Rogério Martins, que o tinha encontrado em Szohod, capital da Bordúria, um país que poucos conhecem, mas que por vezes regressa à ordem do dia. Estava bem e recomendava-se demais. As vicissitudes da vida trouxeram-lhe alguns dissabores, mas no essencial foi-se arranjando… A primeira vez que apareceu em Portugal, sendo ele um português de gema, e alfacinha, foi confundido com um espanhol. Foi no tempo em que Adolfo Simões Müller, em 1937, o trouxe para a revista «O Papagaio», ao lado de Tintin, numa altura em que ele vivia em Khemed, país onde nunca cheguei a encontrá-lo fisicamente. Como pessoa foi sempre cativante, de uma simpatia generosa, de uma imaginação pródiga, mas sempre cuidando do seu próprio interesse… Nunca revelou a sua idade, porque cultivou a indefinição como jogo de seduzir. Hoje, não sei que idade terá, mas dizem-me ainda estar vivo, algures, protegido, mas atento. Se consultarmos uma enciclopédia corrente ou mesmo a «wikipedia», o seu nome está devidamente biografado, sempre com o mistério da idade por revelar, não se sabendo exatamente onde pára. Um dia, disse-me que essa estratégia era intencional, pois o segredo é a alma do negócio. A sua primeira aparição é de 1932, como personagem de «Os Charutos do Faraó», um clássico da literatura de culto, num episódio em que Tintin é atirado ao Mar Vermelho, por engano, num sarcófago egípcio. Tendo sido salvo «in extremis», o jornalista encontrou-o na embarcação que milagrosamente o recolheu. Oliveira da Figueira põe-se-lhe então à inteira disposição: «se puder ajudá-lo, posso fornecer-lhe a preços competitivos qualquer artigo de que necessite». Começou então por um conjunto flamante de gravatas, às riscas, às bolas ou com figuras exóticas. Seguiu-se um lote de magníficos sabres, com lâminas de Toledo, mil outras bijuterias, além dos brindes: um despertador, escova de dentes etc… Tintin saiu literalmente ajoujado, com um balde, um regador, uma gaiola com papagaio, uns esquis, tacos de golfe, uma casota e uma coleira de cão, além do inevitável despertador – confessando: «Ainda bem que não me deixei levar pela conversa dele. A tipos como este acabamos sempre por comprar uma série de coisas inúteis». O que seria se se deixasse levar… Já na costa árabe, Oliveira da Figueira demonstrará a sua extraordinária arte de convencer. Chamam-lhe «o-branco-que-vende-tudo»… E ele reconhece-se orgulhoso: «Então que tal? Chama-se a isto eficiência! E o melhor é que os meus clientes voltarão». De facto, voltam, mas aquele que aparece é para protestar (sem razão plena, é certo), porque parece ter ingerido um naco de sabão, que lhe produz o óbvio mal-estar originado pelas bolas de sabão que o atormentam. Mas considera-se ignobilmente envenenado: «Antes da Lua Nova, o meu Senhor, o Xeque Patrash Pacha, ter-te-á castigado»…

NO PAÍS DO OURO NEGRO… - Figueira foi, mais tarde, encontrado no «País do Ouro Negro», em outra obra clássica, iniciada em 1939, logo interrompida pela guerra e recomeçada em 1948. Aí, Oliveira ajuda Tintin a encontrar os segredos do temível Dr. Müller, descobrindo um subterfúgio. Mascarado de sobrinho do comerciante, sob o nome de Álvaro, com um aspeto bizarro, levemente atrasado, quase invisual e vítima de uma estória de contornos mirabolantes que o português vai contando sem parar para distrair quantos tinham por missão impedir o acesso aos segredos do vilão. É extraordinária a capacidade fabulatória de Oliveira da Figueira. Inventa que o sobrinho é filho de um criador de caracóis, vítima de uma trama terrível que envolve uma mulher rica que morre de desgosto aos noventa e sete anos e a influência de duas imortais palavras, ditas em português, «Oh! Oh!», cujo sentido, alcance e influência nunca chegamos a conhecer… Depois, em «Carvão no Porão» («Coke en Stock», publicado no «Cavaleiro Andante», em 1959 e 1960, sob o título «Mercadores de Ébano»), Tintin e o seu amigo, Capitão Haddock, pedem apoio e hospitalidade em Wadesdah. Lembro-me, aos sábados de manhã, da expectativa que tínhamos antes de ler a continuação das peripécias. Oliveira da Figueira recebe surpreendido e assustado a visita noturna, com a cidade em estado de sítio, cheia de cartazes a pedir a captura de Tintin. «Que faz aqui, desgraçado? Não sabe que tem a cabeça a prémio?». O português conta o que se passa. Há agitação e um conflito entre a Arabair e o Emir… Tintin diz que precisa absolutamente de ajudar o Emir e Oliveira da Figueira informa que ele teve de fugir para casa do nosso conhecido Patrash Pacha. Tintin e Haddock treinam desesperadamente o equilíbrio das bilhas à cabeça, para que possam não dar nas vistas, mascarados de mulheres árabes, cobertas com burkas. O resultado do treino é desastroso, pois os estragos são enormes e os cacos enchem o armazém do comerciante, que se vê na obrigação de dizer às clientes que as bilhas estão esgotadas. No momento da verdade, tudo parece salvo, mas eis que uma mulher árabe descobre a barba hirsuta do capitão e foge escandalizada. O desastre anuncia-se, mas no final tudo se arranja graças de novo ao apoio providencial de Oliveira da Figueira.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS. - Quando Rogério Martins me deu notícias sobre o paradeiro do fura-vidas, há cerca vinte anos, reconheci que foi quem porventura melhor conheceu Oliveira da Figueira (leia-se «O Que Fica do que Passa», Asa, 1993). Lembro que, indo de Klow, a mítica capital da Sildávia (que também conheço), até Szohod, ouviu uma voz conhecida: «Porque lá disso de mercado sei eu, e ria, satisfeito com a boa disposição de sempre. O velho Oliveira da Figueira! Há anos que o perdera de vista. Explicou-me o esquema milagre. O governo borduro decide quem deve ganhar o leilão de uma firma a privatizar; o qual apesar de amigo, não tem dinheiro que chegue, como é evidente. O que então se faz é criar-lhe uma entidade financeira que, com discreto apoio do Estado, emite no mercado internacional obrigações a bom juro. E os bancos nacionalizados, usando sociedades-biombo, compram-nas todas. Assim, o dinheiro aparece, a transação é possível, a privatização faz-se. “Mas, Oliveira, isso cheira-me a pescadinha de rabo na boca. O novo proprietário fica endividado ao Estado”. - Não, caro amigo, porque entretanto os bancos vão sendo privatizados também, usando este processo cruzado. No fim, toda a gente é devedora e credora de toda a gente, mas o Estado desapareceu no meio das firmas intermédias» (…) E, olhando-me com aquela garotice tão enternecedoramente portuguesa, que os anos pelo oriente e a crosta austríaca não lhe tinham retirado: “Como vê, é tudo de facto muito simples! E tudo tem corrido sobre patins”. Em sottovoce: “Pessoalmente não me tenho dado nada mal”». Será ele símbolo nosso? Certamente, na sua presença em toda a parte, no pragmatismo, mas ficam as lições do que deve ser feito, dos pés assentes na terra, da exigência de semear e colher. Quanto à descrição final, estamos entendidos sobre os resultados… Oliveira da Figueira não esquece, como símbolo do viajante incansável, que Fernão Mendes Pinto e Diogo do Couto (do «Soldado Prático») descrevem.  

Guilherme d'Oliveira Martins

sábado, 5 de julho de 2014

Exposição tintinófila na Casa da Cultura de Sátão

A Casa da Cultura de Sátão inaugura no dia 19 de Julho de 2014, sábado, às 15h00, uma exposição sobre Tintin.

O evento é organizado pelo Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu (G.I.C.A.V.) e pelo coleccionador António Mata.

A exposição estará patente até 19 de Agosto na Casa da Cultura de Sátão de terça a sexta-feira das 09h às 13h e das 14h às 18h e sábados das 13h às 17h.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Hergé no Século Ilustrado

O site Largo dos Correios publicou uma peça raríssima para os tintinófilos lusos: uma entrevista a Hergé feita há quase 50 anos (25 de Dezembro de 1965) na revista O Século Ilustrado.

Os nossos agradecimentos ao Largo dos Correios.