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quarta-feira, 12 de junho de 2024

Marcas

«Parece alterada a política da Fundação Moulinsart, detentora de todos os direitos da obra de Hergé que, durante anos, elitizou a personagem do mais famoso repórter do mundo por forma a não permitir que a figura de Tintin se banalizasse. De facto, se até há pouco tempo nenhum artigo de merchandising da marca se poderia encontrar senão numa loja especializada, ligada à casa mãe por um franchise de controle feroz, temos vindo a assistir a uma popularização comercial do nosso heroi com a oferta de produtos com ele relacionados por parte de entidades de grande divulgação. 

Timidamente começaram a surgir artigos de escola e papelaria (mochilas, dossiers, afia lápis, canetas, bolsas) em estabelecimentos normalíssimos, seguiram-se os pijamas e conjuntos de cama na La Redoute e agora eis que a grande massificadora do coleccionismo, Planeta Agostini, nos promete o fornecimento de «OS CARROS DE TINTIM, uma colecção exclusiva de reproduções dos carros que aparecem nos álbuns de Tintim.»

https://arquivo.pt/wayback/20050310211559/http://pwp.netcabo.pt/0151832803/boletim/envoiture.htm


Nas décadas de 1960 e 1970 existiam muitos produtos que ofereciam brindes publicitários.

A Revista Tintin apareceu em Portugal em 1968 e também houve o lançamento dos filmes "O Templo do Sol" e "Lago dos Tubarões". Tivemos tiras diárias no DN e Comércio do Porto. As edições em álbum continuaram a ser as brasileiras até 1988.

Na edição nº 1 da Revista Tintin, datada de 01/06/1968, aparecia publicidade de várias marcas que usaram as personagens de Hergé (Tulicreme-livros Astérix, Royal-Instantâneo, Gelados Olá-Bonecos Carrocel Mágico, Milhares de Prémios em troca das senhas que se encontram dentro das deliciosas pastilhas).

Bonecos PVC Bertrand HEIMO(198-)

Gelados OLÁ (197-)  Bonecos monocromáticos

Pastilhas PIRATAS (197-)  Embalagens série Aventuras do Tintin - Era preciso enviar as 80 figuras das embalagens para recebermos os prémios

Chocolates REGINA (197-)  Chocolate Regina com oferta autocolantes

Refrescos ROYAL (1970)  Caderneta de Cromos O Templo do Sol

Refrigerantes SUMOL (1978)  Loto Sumol + caricas com personagens

TULICREME (1970)  Cromos Ver e Saber


imagem Tintin News, 21/04/2014 
(fonte: Paulo G)link


BRINQUEDOS DE BD

«Em Portugal, surgem em 1966 os primeiros produtos de merchandising em torno da BD, curiosamente também relacionados com super-heróis. Com o aparecimento da revista "Tintin" portuguesa em 1968, a BD franco-belga torna-se noutro dos filões a explorar. »

Exposição e catálogo

BRINQUEDOS DE BD
15 de Janeiro a 8 de Abril de 2004




6 Figuras Heimo / Livraria Bertrand (1980) - pintado à mão / não tóxico
20 Bonecos Monocromáticos - Gelados Olá


O universo de brinquedos inspirados em obras de BD é vastíssimo. O âmbito desta exposição é limitado a brinquedos de BD e Animação produzidos em Portugal, dando especial destaque a criações e iniciativas publicitárias nacionais. Aqui estão alguns exemplos, desde os mais clássicos até às produções mais recentes.

Alguns heróis nasceram da animação e passaram para a BD e vice-versa. Os personagens apresentados, estão incluídos no grupo em que originalmente foram criados, fazendo-se sempre referência a produções de BD, dos que nasceram na tela, sendo o caso dos personagens Disney o mais flagrante.

Incluído ainda nesta exposição, embora fora do âmbito da BD e Animação está um conjunto de colecções de brindes publicitários dos gelados Rajá, de finais dos anos 60, cuja presença se justifica plenamente, por se tratarem de criações nacionais, com arte de ilustração infantil, para fins publicitários. No mesmo contexto e de não menos importância inclui-se também o Zu e os seus amigos, personagens da literatura infantil contemporânea, que passaram recentemente para a terceira dimensão em plástico e peluche.

Tentámos reunir o máximo de informação sobre cada tema. Em alguns casos não há dados concretos sobre fabricantes, datas de comercialização, etc. Nesses casos, alguma da informação é baseada na nossa memória e na de pessoas entrevistadas. Desde já aqui ficam as nossas desculpas por omissões e informações incorrectas. Pensamos no entanto que certas informações, embora de fonte não precisa, são apesar de tudo credíveis e de interesse de aqui ficarem registadas, até que sejam comprovadas ou corrigidas, antes que se percam na noite dos tempos... Sendo este trabalho pioneiro em Portugal, aqui fica o desafio para quem, no futuro quiser dar mais alguma luz sobre o tema.

Ricardo Leite
(Texto do Catálogo)

A exposição divide-se em três grupos – Banda Desenhada, Animação e um grupo especial, englobando os anteriores, exclusivamente de criações portuguesas. Além dos núcleos principais, a mostra apresenta, igualmente, um conjunto de colecções de brindes publicitários dos gelados Rajá (anos 60) e o Zu e os seus amigos (personagens criadas por José Abrantes) que, recentemente, passaram para a terceira dimensão em peluche e plástico.

A exposição de Brinquedos de Banda Desenhada está vocacionada para um público mais jovem mas, como as personagens apresentadas povoaram (e povoam) a imaginação e as brincadeiras de miúdos e graúdos (que já foram miúdos), a mostra introduz-nos na área do coleccionismo, um tema do agrado de todas as idades, já que as peças expostas pertencem a colecções particulares, nomeadamente da Lisbon Toy Broker Office.

Esta será, decerto, mais uma exposição a não perder. Após diversas exposições de banda desenhada, de ilustração infantil e de cinema de animação, eis que, agora, pode ser apreciada uma mostra de personagens de BD e de Animação que tomaram corpo e que dão azo a diversas brincadeiras.

Press-release / Blog Beco das Imagens

Os heróis da Banda Desenhada saltaram dos ecrãs e invadem agora o Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI), na Amadora, em «carne e osso».

Depois das exposições de ilustração infantil e do cinema de animação, é a vez de cerca de 500 personagens que povoaram o imaginário de muitas crianças, ganharem destaque numa mostra dedicada aos «Brinquedos de BD».

Nesta mostra, concebida para todas as idades, vai ser possível reencontrar protagonistas como o Lucky Luke, o Tintin, a Abelha Maia, o Dartacão, os Marretas, a Heidi e o Marco, ou os bonecos da Disney e da Hanna Barbera e relembrar múltiplas proezas.

No CNBDI estão presentes «várias gerações de brincar», desde os finais dos anos 60 até aos anos 90. A ideia é permitir que através das personagens expostas se conheça mais sobre as suas origens, os seus autores e as aventuras em que participaram.

Esta mostra foi feita a partir de colecções particulares e todos os heróis, apesar de a maioria ser estrangeira, são produções nacionais. Mas foi também criado espaço para expor as criações portuguesas, como é o caso do «Vitinho», do «Rik e Rok», da mascote da Expo 98, o «Gil», das personagens da série televisiva «Os Patinhos» e do «Zu» e seus amigos, criados por José Abrantes. 

[Nesta exposição podemos (re)encontar as personagens das histórias do Astérix e Obélix, Lucky Luke, Tintin, Yakari, Vitinho, Marco, Wickie, Abelha Maia e tantos outros.]

«Brinquedos de BD» propõe também uma viagem pela aldeia dos «Schtroumpfs», considerada a «ex-líbris» da mostra por recriar a vida na aldeia destes bonecos azuis, e pelas colecções de brindes publicitários dos gelados Rajá (anos 60) e  Olá. Estas colecções justificam-se na opinião de Ricardo Leite, comissário da exposição, por se tratarem de «criações nacionais, com arte de ilustração infantil, para fins publicitários».

É um «regresso ao passado, uma viagem pelo nosso imaginário», pontuada com alguma «nostalgia», refere o comissário.

Para os mais pequenos foi também preparado um cantinho da leitura, onde os livros podem ser manuseados livremente, e criado um espaço onde podem dar asas à sua imaginação. Através da pintura, os mais novos são convidados a criar um herói, «para perceberem que tudo começa com uma simples folha de papel e que também eles podem ser criadores», afirma Cristina Gouveia, responsável pelo CNBDI.

Ricardo Leite refere que esta exposição tentou «reunir o maior número de personagens e informação possível». Reconhece, no entanto, que muitos heróis ficaram de fora. Uns porque não estavam ao seu alcance, outros porque não «havia conhecimento».

As peças pertencem na sua maioria às colecções particulares da «The Lisbon Toy Broker Office», «Mary Poppins» e «Find Out», mas também muitas delas pertencem «aos sótãos da nossa infância».

A mostra de «Brinquedos de BD» poderá ser visitada até 8 de Abril de 2004 no seguinte horário: segundas, quartas e sextas, das 9 e 30 às 12 e 30, e terças e quintas, das 10 e 30 às 12 e 30 e das 13 e 30 às 18 horas. Primeiro e terceiro sábado do mês, das 13 às 19 horas.

BD e o cinema de animação

A grande explosão dos produtos relacionados com a BD dá-se por volta dos anos 50, com a comercialização das personagens da Warner Bros. ou da Disney.

Em Portugal, os primeiros produtos de merchandising em torno da BD surgem em 1966.

A partir dos anos 80, o interesse pelas figuras da BD decresce um pouco por todo o lado, com excepção para as campanhas do McDonald’s ou as action figures.

No entanto, é à televisão que se deve o papel de criar e dar a conhecer novas personagens. A Inglaterra torna-se pioneira numa nova animação, quer das personagens recriadas a partir de livros de BD, quer daquelas feitas directamente para a televisão (Basil Brush, País dos Rodinhas).

Portugal importa algumas destas séries para o pequeno ecrã, conquistando a pequenada. A programação infanto-juvenil conhece os seus tempos áureos e a comercialização dos produtos ganha uma nova vida. Para isso contribuiu a série televisiva «Os Marretas» ou [séries de animação como] o «Dartacão».


OUTROS PRODUTOS:

ALMEIDA & LEAL - (Hergé DL AEI Bertrand) Cintos de criança, Etiquetas Escolares, Porta-Moedas, Estojos Escolares
 
AMBAR - (Lombard 1983) Cadernos Escolares, Capas, Estojos

CIRCULO DE LEITORES (1982) Jogo Tintin e a Volta Ao Mundo
 
DINAMIZAÇÃO (197-) - Jogo de Flippers
 
SEL / CIRCULO DE LEITORES (1979) Bazar Tintin Jogo de Sociedade 

ARTEL/DIGER VIDEO (1988/1989) VHS
 
COSTA DO CASTELO - VHS, DVD
 
TECLA (1975) - Disco O Loto Azul
 
TELEPIZZA (199-) - VHS

- dados encontrados noutros sites de pessoas que procura(va)m items -

(--Bazar do BD procura:)

Edições antigas, em francês (lombada em tecido) ou português (Flamboyant, Record) , de capa dura ou mole, de Tintin, Quim e Filipe, Joana, João e o Macaco Simão; Todo o tipo de livros sobre Hergé e/ou Tintin, em francês ou português; Livros autografados; Todo o tipo de bonecos e figurinhas em qq material; Revista Tintin Belga, Francesa e Portuguesa; Todo o tipo de artigo ou publicação publicitária; Jogos; Livros de jogos; Livros "animados" (pop-hop); Cadernetas nacionais ou estrangeiras, completas ou não; Cromos; Autocolantes; Posters; Postais; Marionetes; Artigos de papelaria; Lápis de cor; caricas da Sumol dos anos 70 com impressão no interior; Cromos e caderneta "O templo do sol" refrescos Royal, anos 70 e "O lago dos tubarões" 1973/83; Porta-chaves; Copos; Relógios; Leblon-Delienne; Pixi; Outros artigos.


(--Tintinófilo) Procuro:

Revistas «O Papagaio» com histórias do Tintin
Correio Juvenil Verbo 
Jornais Diário de Notícias e Comércio do Porto com tiras do Tintin
Flipper dos Chocolates Regina
Decalcomanias do Tintin das gelatinas Royal/Alsa
Cromos Tintin do Tulicreme
Cromos do Tintin das pastilhas Pirata
Caricas Sumol dos heróis do Tintin
Artigos publicitários portugueses do Tintin

contacto: tintinofilo

domingo, 3 de março de 2024

O Templo do Sol



Sucesso animado na televisão leva a 'O Templo do Sol' no cinema

Em 1969, surge a primeira animação de longa metragem baseada num álbum de Tintim.

Entusiasmados pela boa recepção feita aos sete desenhos animados realizados para televisão, sob o título-chapéu "Les Aventures de Tintin", e que passaram em Portugal na RTP, os estúdios Belvision convenceram Hergé a fazer uma longa-metragem animada, com base num dos álbuns originais de Tintim. 

A escolha recaiu em "O Templo do Sol", tendo Hergé sido o autor do argumento original, no qual trabalharia também Greg, entre outros colaboradores. Os acontecimentos de "As Sete Bolas de Cristal", o álbum que "O Templo do Sol" continua, foram condensados no início do filme e narrados por uma personagem parecida com o próprio Hergé. 

A Belvision não se poupou a despesas nesta primeira adaptação em longa metragem de animação de uma aventura de Tintim, tendo inclusivamente encomendado uma canção a Jacques Brel. O filme, uma co-produção franco-belga, foi uma boa aposta comercial, pelo que Hergé e a Belvision ainda fariam um segundo , embora já não com base num álbum. Seria "Tintim e o Lago dos Tubarões".

Artigo do DN, 12 dezembro 2009

Pela 1a vez em Portugal o primeiro grande desenho animado a cores de 

TIM-TIM E O Templo do Sol

Condes às 14h15 16h30 e 18h45

O filme estreou em Portugal, no cinema Condes, propriedade da Castello Lopes, no dia 23/12/1970.


wikipedia



http://casacomum.org/cc/diario_de_lisboa/dia?ano=1970&mes=12

http://casacomum.org/cc/visualizador?pasta=06807.157.25258#!9

Em 1969 estreava um dos grandes clássicos do cinema de animação: "Tintin e o Templo do Sol". É na comemoração dos seus 50 anos de história que a MONSTRA | Festival de Animação o vai exibir no grande ecrã na sua 18ª edição! A sessão acontece sábado, 30 de Março, às 20:00, no Cinema City Portugal Alvalade - Sala 02 Imagens com copyright: © Belvision / Dargaud-Films 1969 © Hergé/Moulinsart From the comic books « Tintin et le Temple du Soleil » by Hergé

Monstra, 13/03/2019

Agora que se cumpre o centenário do nascimento de Hergé, não queria deixar de agradecer-lhe (onde quer que esteja) por tudo aquilo que me deu. No meu quinto aniversário, eu e os amigos tivemos direito a um visionamento de «Tintim e o Templo do Sol» no cinema Dicca, em Lourenço Marques. Nunca esqueci a primeira vez em que os desenhos ganharam para mim movimento e o eclipse do Sol salvou a vida dos meus heróis, ou a bola de fogo transportando a múmia de Rascar Capac. Os álbuns (ainda em capa dura com chancela da Casterman) já eu coleccionava e seguia apaixonadamente as aventuras do repórter do Petit Vingtiéme. Um repórter que não escrevia uma linha, valha a verdade, mas isso nada retirava ao interesse das suas aventuras.

Algures depois do 25 de Abril, comecei a coleccionar as revistas editadas pelo Vasco Granja - com uma constante simpatia e disponibilidade - e Diniz Machado. (...)

João Villalobos Terça-feira, Maio 22, 2007

(...) vi no ex-Cinema Condes (Lisboa), essa mesma bela película realizada por Eddie Lateste e do qual, na banda sonora, faz parte a emotiva "Chanson de Zorrino", com letra e música de Jacques Brel... Tintin (voz) é interpretado por Philippe Ogouz.

Luiz Beira, BDBD, 13/05/2013

CROMOS

A caderneta de cromos (O Templo do Sol... uma Aventura de Tintin ) foi lançada em 1970, alguns meses antes da estreia nos cinemas, numa promoção entre a Editorial Ibis e os refrescos Royal. Eram 108 cromos, distribuídos em 18 carteiras, com imagens do filme. 

A caderneta foi composta e impressa nas oficinas gráficas da Editorial Ibis. Curiosamente na caderneta era usado o nome Tintin (escrito tal e qual como na revista homónima aparecida por cá em 1968) mas nos cinemas mantinha-se Tim-Tim.



Refrescos Royal - 2 litros de frescura em 10 sabores diferentes apresentam a aventura completa de Tintim O Templo do Sol - 1970 by Editions du Lombard Direitos Reservados pela Editorial Ibis, lda

A caderneta tinha de ser pedida à Editorial Ibis - Apartado 30 - Amadora. Bastava enviar os 18 selos num postal com nome e morada para receber gratuitamente ou podia ser comprada enviando duas embalagens vazias de refrescos Royal e 2$50 em selos de correio.

(imagem Facebook / Luís Abreu)

Blog Na Terra do Nunca:

Houve alturas, antes, muito antes da ASAE, em que os refrescos em pó tinham muita saída. Não sei se fariam mal à saúde, mas o inquestionável é que sabiam muito bem! Ainda para mais quando nos ofereciam esta excelente oportunidade de completar uma magnifica colecção de cromos.

O filme O Templo do Sol, adaptado dos álbuns As Sete Bolas de Cristal e O Tempo do Sol, tinha saído há pouco tempo [o filme original é de 1969 mas em Portugal a caderneta antecedeu a estreia do filme] e esta caderneta, que eu tenho completa, foi mais uma óptima maneira da Royal nos refrescar! 

Publicada por Pan, Na Terra do Nunca, 10/09/2008


https://cybersparky.blogspot.com/2013/07/caderneta-tintin-e-o-templo-do-sol-7000.html

- cartaz da exibição em Coimbra (1971) imagem cedida por Fernando Marques - 

A aventura apareceu em 26 de setembro de 1946, no nº 1 da revista semanal belga "Tintin". Em álbum foi editado em 1949. O filme de animação foi lançado em 1969. Há ainda um musical de 2001.

O templo do sol (Le temple du soleil), 1946, Cavaleiro Andante #1 a #86; Jornal Diário de Notícias de 29/10/1974 a 27/03/1975; Tintin #4 a #37/12º ano; Álbum Difusão Verbo [1990]; Álbum Círculo de Leitores [2001]; Jornal Independente [1993]; Álbum Público [2004]; Álbum ASA [2011]

https://biblobd.blogspot.com/2017/12/tintin-ensaio-de-quadriculografia.html

AVENTURAS DE TIM-TIM: O TEMPLO DO SOL (Cavaleiro Andante, 1952; DN, 1974)

AVENTURAS DE TINTIM: O TEMPLO DO SOL (álbum, 1965, 1990, 2001, 2004; revista 1979)

... UMA AVENTURA DE TINTIN: O TEMPLO DO SOL (caderneta 1970)

TIM-TIM E O TEMPLO DO SOL (cinema, 1970)

AVENTURAS DE TINTIN: O TEMPLO DO SOL (álbum, ASA, 2011)

VHS


O TEMPLO DO SOL - DIGER VIDEO - DGEAT 623/87 (90')

TV

Dobragem (2005) https://wikidobragens.fandom.com/pt/wiki/Tintin_e_o_Templo_do_Sol

versão Portuguesa (2005): Tintin Vítor d'Andrade / Capitão Haddock Rui Quintas / Professor Tournesol Pedro Cardoso / Dupont Mário Bomba / Dupond Tobias Monteiro / Zorrino Ana Vieira / Professor Tarragon Pedro Carneiro / Grande Inca Pedro Cardoso

Canções: "Porque será?" - Ana Vieira (dobragem em português)

https://wikidobragens.fandom.com/pt/wiki/Tintin_e_o_Templo_do_Sol

Filme em português archive.org

Algumas exibições:

:2 - 25/03/2005

RTP2 - 17/12/2017