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segunda-feira, 7 de agosto de 2023

Aventuras de Tintim criadas por autores portugueses

Encontro/Debate moderado por Geraldes Lino em 24/01/2009 por ocasião da exposição "80 anos de Tintim" (Lousã 2009).

Aventuras de Tintim criadas em BD por autores portugueses entre 1946 e 1999 (e haverá mais em 2009)


Geraldes Lino dando a sua conferencia sobre as Paródias de tintim na BD portuguesa Foto: humorgrafe

1946 +

 "Na pista de Tim-Tim", O Papagaio, da autoria de Diniz de Oliveira e Rodrigues Neves.

1999 + 

Em 1999, perfaziam-se setenta anos após a criação da personagem Tintin, quando um editor que assinava ÉleGê (uma espécie de Hergé pronunciado por um chinês) editou treze episódios criados por autores portugueses. A maioria deles eram simples brincadeiras, mas houve um muito politizado, outro bastante erótico e ainda outro abertamente pornográfico.

2009 +

Efeméride, fanzine editado por Geraldes Lino, dedicou o seu nº 4 ao Tintin, com o título Tintin no século XXI - Data da edição: Janeiro de 2009

OUTRA INFORMAÇÃO

Texto incluído na tese de Carlos Sêco:

(...)

Mas algo deve ter aborrecido ainda mais o autor de Tintin: em mais do que uma ocasião, diferentes desenhadores ficam responsáveis, alternadamente, pela capa de O Papagaio. Güy Manuel, irmão de Sérgio Luís, autor do Boneco Rebelde, recria (ou melhor tentou recriar) um desenho com Tintin, Milou (Rom-Rom) e companhia, mas o resultado – pelo menos na opinião de Boer – deixa muito a desejar, o que, naturalmente, deve ter desagradado ao próprio Hergé, desenhador representante da linha clara e muito perfecionista. Além de Güy Manuel, também Tom, Arcindo e José de Lemos, entre outros, se encarregam de desenhar o Tintin à sua maneira. Fazem-no “não só em diversas capas do jornal como também como personagem de corpo inteiro no início das histórias do Boneco Rebelde, de Sérgio Luiz, e Na Pista de Tim-tim, de Rodrigues Neves e Diniz de Oliveira”, (Salvado, 2011). 

No artigo Tintin em Portugal: 75 anos de inovações, alterações e aportuguesamentos, Salvado explica que “no início da presença de Tintin em Portugal as alterações e aportuguesamentos praticados sobre a obra de Hergé foram muitos, por vezes revolucionários e nem sempre permitidos”. 

Em Tintin au Portugal, Boer dá conta do grande desejo de Adolfo Simões Müller. É o próprio que revela que “em abril de 1939, Hergé recebe uma carta do diretor de O Papagaio. Um plano gigantesco! 

Adolfo Simões Müller quer editar uma aventura de Tintin em Portugal (aqui sim, uma história aos quadradinhos). Ao que parece, Hergé gosta da ideia, mas quer ter algum controlo. Contacta de imediato Jean-Louis Duchemin, do Syndicat de la Propriété Artistique, com sede em Paris. Este apresenta-lhe os custos da operação a Adolfo Simões Müller. Este último deve contentar-se com 10% do preço do álbum, cabendo 40% desse montante à SPA. O projeto foi imediatamente arrumado na gaveta”, revela Boer.

Salvado, L. (2011). Tintin em Portugal: 75 anos de inovações, alterações e aportuguesamentos. 22.º AmadoraBD 2011. 

(Tese de Carlos Sêco sobre Adolfo Simões Muller, 2012)

Tintin visto pelos desenhadores portugueses na revista «O Papagaio»

Numa recolha de António Dias de Deus, eis a lista de desenhos alusivos ao Tintin na revista O Papagaio:

#52; 9 Abril 1936; Capa; Tintim; José de Lemos

#54; 23 Abril 1936; Banda Título; Tintim e Milou; José de Lemos

#58; 21 Maio 1936; Banda Título (diferente); Tintim e Milou; José de Lemos

#65; 19 Julho 1936; Banda Título (diferente); Tintim e Milou; José de Lemos

#78; 8 Outubro 1936; Capa; Tintim mascarado de «pele-vermelha» e Milou; José de Lemos

#92; 14 Janeiro 1937; Banda Título; Tintim; Tom

#95; 4 Fevereiro 1937; Capa; Tintim e Milou; Arcindo

#97; 18 Fevereiro 1937; Banda Título; Tintim e Milou; Júlio Resende

#101; 18 Março 1937; Banda Título; Tintim e Milou; Arcindo

#105; 15 Abril 1937; Capa; Tintim e Milou; Júlio Resende

#116; 1 Julho 1937; Banda Título; Milou; Arcindo

#150;24 Fevereiro 1938; Capa; Milou; Ruy Manso

#160; 5 Maio 1938; Banda Título; Tintim, Milou e os Dupond(t); Júlio Resende

#173; 4 Agosto 1938; Capa; Tintim e Milou; Ruy Manso

#190; 1 Dezembro 1938; Intervenção do egiptólogo dos «Cigarros do Faraó» na «História do Egipsyo; Sérgio Luís

#196; 12 Janeiro 1939; Abcedário ilustrado; Tintim (Letra T) e Milou (Letra M); desenhador não identificado

#199; 2 Fevereiro 1939; Banda Título; Tintim; Arcindo (?) Sérgio

#219; 22 Junho 1939; Banda Título; Tintim e Milou; Arcindo

#224; 27 Julho 1939; Intervenção na BD «Aventuras do Boneco Rebelde; Tintim; Sérgio Luís

#227; 17 Agosto 1939; Capa; Tintim e Milou; Ruy Manso

#237; 26 Outubro 1939; Banda Título; Tintim e Milou; Guy Manuel

#243; 7 Dezembro 1939; Margens da capa; Tintim e Milou; Júlio Resende

#244; 14 Dezembro 1939; Página dos leitores; Tintim e Milou; Sérgio Luís

#251; 1 Fevereiro 1940; Capa; Tintim, Milou e os Dupond(t); Sérgio Luis - Página dos Leitores; Milou; Sérgio Luis

#261; 11 Abril 1940; Capa; Milou; Arcindo

#352; 8 Janeiro 1942; Capa; Milou; Dyas

#366; 16 Abril 1942; Capa; Tintim e Milou; Guy Manuel

#423; 20 Maio 1943; Capa; Tintim; Pascoal

#426; 10 Junho 1943; Capa; Tintim e Milou; Alberto

#435; 12 Agosto 1943; Capa; Tintim e Milou; Meco

#446; 28 Outubro 1943; Capa; Tintim e Milou; Armando

#540; 16 Agosto 1945;Capa; Tintim e Milou; Rodrigues Neves

#569-#616; 7 Março 1946-30 Janeiro 1947; Intervenção na BD «Na pista de Tim Tim»; Tintim, Milou e os Dupond(t); Rodrigues Neves(?)

#617 e seguintes; 6 Fevereiro 1947; Banda Título do «Segredo do Licorne»; desenhador não identificado

Na revista Diabrete podemos encontrar os seguintes desenhos de autores portugueses alusivos ao Tintin:

#594 e alguns seguintes; 9 Março 1949; Banda Título; Tintim e Milou; Fernando Bento

#784; 3 Janeiro 1951; Capa; Tintim, Milou, Dupond(t), Tournesol e Haddock; Fernando Bento

#807; 24 Maio 1951; Capa; Tintim, Milou e Tournesol; Fernando Bento

#867; 20 Outubro 1951; Margens da história «7 bolas de cristal»; Tintim, Milou, Dupond(t), Tournesol e Haddock; Marcelo de Morais

#885; 22 Dezembro 1951 - Jogo para crianças; Tintim e Haddock; Marcelo de Morais

Cavaleiro Andante

Cavaleiro Andante iniciou-se em 5 de Janeiro de 1952, uma semana depois após a extinção do «Diabrete»,  terminando em 25 de Agosto de 1962 com 556 números publicados semanalmente. Foi seu director, Adolfo Simões Muller.

Capas, 13*, 93, 154, 212, 270, 283, 291, 405, 418*, 516, * Fernando Bento

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Carnaval 2009

 


Em pleno Carnaval, recebi do amigo Carlos Sêco (cartunista e autor de BD CarloSêco) estas fotos onde se vê ele próprio mascarado de Capitão Haddock, mais umas tantas personagens Hergeanas, facilmente identificáveis.

Carlos Sêco é, além de autor, bloguista (procurar na minha listagem, o blogue "Jonas o Reguila", leitor/visionador compulsivo de BD, mas também ferrenho tintinófilo (sócio da associação belga "Les Amis de Hergé"). Daí que não me espante nada que tenha sido ele o fomentador desta presença de algumas das carismáticas personagens criadas por Hergé (sem sequer faltar o cão Milú) neste desfile carnavalesco na bonita Lousã.

Geraldes Lino, 23/02/2009

video


Tintin no Carnaval da Lousã

Publié le 22 février 2009 par Zetantan

O foguetão das aventuras do Tintin é um dos «protagonistas» do desfile de Carnaval na Lousã das escolas e jardins de infância do concelho.

Podemos ver o vídeo em http://jornalgatafunho.blogspot.com/2009/02/carnaval-na-lousa.html

Outras fotos poderão ser vistas  em

http://divulgandobd.blogspot.com/2009/02/tintim-e-herge-personagens-de-herge-no.html

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

Tintim Na Lousã

É perfeitamente dispensável, quando se fala de Tintim, referir atitudes cheias de selecta paixão, como o fez Hergé por suas próprias palavras, a respeito de algumas qualidades do seu herói: “… o heroísmo, a coragem, a sinceridade, a malícia e o desembaraço”.

Tintim não usa porta-moedas, não preenche declarações de IRS, não tem horário de trabalho e, se sai de casa, não deixa atrás de si preocupações ou compromissos de pais, irmãos ou avós. Não é adepto de nenhum clube de futebol, não tem religião e, como se tudo isto fosse pouco, também não é casado nem sequer tem namorada.

Por tudo isso, Tintim entra no domínio da abstracção, do encantamento distanciado de quem se dá ao luxo de ignorar toda a realidade e arredores. Por arredores quero eu dizer: o amor, o compromisso, a dor, o sacrifício e todas as outras coisas que – diz-se – fazem da vida uma coisa que merece ser vivida. E no entanto… quem não tenha mergulhado numa aventura de Tintim com toda a alegria desprendida deste mundo que atire a Hergé a primeira pedra.

Na minha família mais chegada já vamos na terceira geração de tintinófilos e, atendendo à idade de oitenta anos a que chegou o herói, não é possível pedir mais à tintinófilia familiar. Com uma grande diferença: quando eu era miúdo esperava uma semana longamente ansiosa por mais uma magnífica prancha de saborosas aventuras. Os meus filhos já se regalavam com um álbum inteiro de cada vez, Natais, aniversários, etc. 

Quanto ao Senhor meu neto, recebeu de uma vez todos os álbuns que havia disponíveis na livraria, com encomenda feita dos números que faltavam. Depois queixamo-nos que a juventude é consumista, que exagera nas suas reivindicações e que é insolente: nós é que temos a culpa. Sirva-nos como indulgência o facto de ter mergulhado com entusiasmo na leitura real e dedicada dos álbuns da primeira à última página, o que não deixa de ser obra num petiz que apenas agora começa os seus anos de escola e já domina com gosto a arte da leitura. De quem é a virtude? da arte de Hergé, não tenhamos quaisquer dúvidas.

Tintim funciona agora como funcionou no passado em tudo aquilo que tem de mais deliciosamente eficaz. Não faz falta a este breve escrito definir com rigor o que foi e é o fenómeno Tintim. Tomo a liberdade de falar apenas de uma obra que fiz com carinho paternal, isto é, uma tela com 0,75 m x 0,85 que ilustra a meu modo a noção da “linha clara”, a fórmula plástica que terá sido reinventada na Bélgica para as histórias de quadradinhos. 

Representa vinheta e meia da prancha número 25 do álbum “O caso Girassol”, ofereci-o ao meu filho mais velho, para pôr no seu quarto, em 1981, e está bem guardado na cave das recordações afectivas de toda a família.

Digo reinventada porque, nada havendo de novo sob o sol, já muitas artes antigas visitaram com lucidez esse mundo pitoresco que Hergé também nos oferece, como documento vivo e palpitante de coisas, pessoas e paisagens que faz do nosso mundo aquilo que ele é no quem tem de melhor e, às vezes, de menos bom. Limito-me a referir, muito de passagem a arte fabulosa das estampas japonesas e dos desenhos da Pérsia, da Índia, da China e de tantos outros mundos conhecidos e desconhecidos.


“Last but not the least”, não esqueçamos outros atributos inerentes à figura do ladino repórter que não tem que se maçar a escrever notícias. Sendo uma espécie de cavaleiro andante de causas bem intencionadas, está muito longe dos super-heróis que as histórias de quadradinhos produziram às toneladas. É baixito, tem uma fraquíssima figura, as miúdas não lhe ligam bóia e – embora seja praticamente invulnerável a toda a espécie de acidentes sérios – não se livra, de vez em quando, de levar umas boas tareias!… 

Valha-nos o mito para acreditarmos que há em nós o fermento da divindade e que, se for intenso o talento de sonhar, também podemos um dia ir por uma ribanceira abaixo e levantarmo-nos logo de seguida para lutar por uma causa desinteressada, seja ela a mais acidental.

Quem não salva a alma com muito terá de salvá-la com pouco e a alegria infantil é um universo cheio de virtudes que todos deveríamos saber habitar, para proveito e consolo de toda a nossa humanidade.

Costa Brites

texto e ilustração foram publicados na Revista de informação do SBC, no número de Jan/Fev de 2009. (acrílico sobre tela de 0,75 x 0,85, copiado de HERGÉ, L’Affaire Tournesol, prancha 25, por Costa Brites, 1981)

https://conteudos.sibace.pt/revista/revista_009.pdf


quinta-feira, 22 de julho de 2021

80 Anos de Tintim - Lousã 2009


Exposição Museu Dr. Louza Henriques, Lousã 16/01/2009 - 15/02/2009
Organização Cooperativa Trevim

Na Lousã está patente ao publico (até ao final do mês de Fevereiro, e não até 15 de Fevereiro como estava previsto inicialmente) uma magnifica, para não dizer excelente exposição sobre a iconografia de Tintim e Hergé. Organizada pela cooperativa Trevim, tendo como comissário Carlos Sêco, nesta exposição pode-se viajar pela obra de Hergé e por toda a iconografia e merchandising criada à sua volta. Muito bem estruturada e documentada é uma exposição a não perder para quem é admirador das aventuras de tintim. Seguem fotos da exposição complementadas com fotos do encontro que se realizou no dia 24 de janeiro à mesa das dissertações teóricas de Osvaldo de Sousa e Geraldes Lino.


O Museu Dr. Louzã Henriques, na Lousã, recebeu uma carta da Fundação Moulinsart a solicitar o cancelamento da exposição "80 anos de Tintim" por isso a mesma teve de ser cancelada antes do fim de fevereiro.


Mas o que me importa frisar é o facto de os organizadores desta exposição não terem tido problemas (ainda bem!) com os herdeiros dos direitos autorais de Hergé, Fanny Vlamynck e Nick Rodwell.
Isto porque na Lousã, uma simples exposição organizada pelo professor, jornalista e cartunista CarloSêco, tintinófilo compulsivo, foi mandada desmontar exactamente pela Fondation des Studios Hergé, por alguém, que faz parte do grupo de portugueses pertencente ao clube belga Amis d'Hergé, ter tido o "descaramento" de a ter montado, e ainda por cima, inocentemente, lhes ter dado conhecimento.

A exposição estava bonita, incluía livros sobre o autor e respectiva personagem, pertencente à colecção pessoal de Carlos Sêco, uns objectos de merchandising do mesmo coleccionador, e umas tantas imagens, entre as quais uma cópia digital do episódio criado para o meu fanzine Efeméride (nº4 - Jan.09), também publicada no jornal Trevim, da Lousã, e houve pessoas (eu incluído) a apresentar trabalhos relacionados com o tema.

Foi uma situação desgostante para o entusiasta organizador, de que me lembrei agora, igualmente algo entristecido, pelo desagradável acontecimento, (...)


Os 80 anos de Tintim em exposição na Lousã
Publié le 14 février 2009 par Zetantan

Por gentileza do tintinófilo Jorge Macieira, eis a reportagem em vídeo da exposição dos «80 anos de Tintin», realizada este mês na Lousã, sob a organização de Carlos Seco. Para verem um mostra fotográfica do evento, eis o link também de Jorge Macieira:

 
Fotos e um pequeno vídeo da Exposição "80 anos de Tintin" que se realizou em 2009 na Lousã.
Na página de facebook "Tintin News" tem várias imagens dessa exposição.

«Gostei de rever a exposição. Passados oito anos, fiz algumas novas aquisições. Quem sabe se em 2019 o Tintin não volta à Lousã. Só não sei se a Moulinsart aprova.»


As fotos estavam também disponíveis em
http://my.opera.com/macieira_law/albums/show.dml?id=695429

Algumas das imagens da exposição "80 Anos de Tintim - Lousã 2009" que ainda faltava partilhar:




















cartoon de Eduardo esteves


um cartoon de Zé Oliveira

















imagem com um cartoon de Rodrigo e outra imagem de Alex Gaspar

TREVIM

O n.º 2 do "BronKit", suplemento do jornal "Trevim", dirigido por Carlos Sêco, foi dedicado na totalidade aos 80 anos do Tintim e inclui os cartunes/BD's que estiveram na exposição "Lousã 2009". 

O n.º 3 do "BronKit" incluiu mais dois desenhos alusivos ao Tintim (de Carlos Sêco e César Évora) que tinham ficado esquecidos na gaveta.





Gon

Carlos Laranjeira



Eduardo Esteves

Bruno Taveira

Alex Gaspar - O Pasquim - cópia retirada do suplemento










80 anos de Tintim na Museu Dr. Louzã Henriques na Lousã
Publié le 14 novembre 2009 par Zetantan

Uma reportagem fotográfica sobre a exposição tintinófila realizada no início deste ano na Lousã. - Blog Humorgrafe de Osvaldo Sousa


15 FEBRERO, 2009
Datos sobre la exposición en Lousa
Por lo que he podido ver en las imágenes que han colgado (http://my.opera.com/macieira_law/albums/show.dml?id=695429), la exposición no era gran cosa. No había nada especialmente resaltable.

Lo que me llama la atención es que Moulinsart pidiese la cancelación de esa exposición, literalmente:

O Museu Dr. Louzã Henriques, na Lousã, recebeu uma carta da Fundação Moulinsart solicitando o cancelamento da exposição «80 anos de Tintim», alegando não terem sido consultados, o que imediatamente foi acedido.

Visto en: http://tintinofilo.over-blog.com/

 
(comentário de um conhecido fã espanhol que já conhece a maior parte dos objectos por isso não seria surpreendente para ele)
 
Em maio de 2007 tinha havido uma exposição menos ambiciosa na Biblioteca Municipal da Lousã.
 

 exposição de 2007