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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Tintin terá novo livro até 2052

"Hergé não queria que outros criassem histórias novas com a personagem depois dele, mas lançaremos uma novidade um ano antes de a obra cair no domínio público", afirmou.

A editora belga Casterman e a empresa Moulinsart anunciaram esta semana que vão publicar até 2052 um novo livro protagonizado por Tintin, para evitar que os direitos da obra do autor de banda desenhada Hergé caiam no domínio público.

A Casterman e a Moulinsart, sociedade gestora dos direitos da obra do autor belga, chegaram a acordo e anunciaram que tencionam editar um livro novo antes de 2053, ano em que as personagens criadas por Hergé caem no domínio público, ou seja, setenta anos depois da morte do autor (falecido em 1983).

Com esta medida, evitam que outras pessoas possam apropriar-se das aventuras de Tintin e publicá-las como entenderem, afirmou Nick Rodwell, representante da Moulinsart, em entrevista esta semana aos jornais franceses Le Soir e Le Monde.

"Hergé não queria que outros criassem histórias novas com a personagem depois dele, mas lançaremos uma novidade um ano antes de a obra cair no domínio público", afirmou.

Nenhum dos responsáveis da Casterman e da Moulinsart adiantou o conteúdo do novo livro: "Temos 40 anos para pensar nisso", afirmou Fanny Rodwell, viúva de Hergé.

As últimas obras inéditas de Hergé foram "Tintin e os pícaros" (1976) e "Tintin e a Alpha Art", obra inacabada do autor, publicada em 1986.

AS 24 aventuras de banda desenhada de Tintin, o repórter belga mais famoso do mundo, estão editadas em Portugal pela ASA, do grupo Leya.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela Agência Lusa

domingo, 12 de junho de 2011

Diabrete, o grande camaradão

Monografia de José Azevedo e Menezes sobre a revista da ENP, dirigida por Simões Muller, o Diabrete. Este estudo apresenta um capítulo dedicado ao Tim-Tim no Diabrete, com algumas curiosidades nas adaptações das vinhetas à realidade portuguesa e as dúvidas sobre a autoria da capa do Diabrete nº 593.
No capítulo dedicado a Quick e Flupke, o autor recolheu e publica as 27 pranchas que não saíram nos 12 álbuns da Difusão Verbo.

Edição do autor, Lisboa, 2010, 114 pp, Cor, 215x340 mm

O Papagaio - Um Estudo sobre o que foi uma Grande Revista Infantil Portuguesa

Monografia de José Azevendo e Menezes sobre a revista O Papagaio, publicação que editou pela 1ª vez em Portugal as aventuras de Tintin, sendo também a pioneira a nível mundial (mesmo antes que Hergé) da sua publicação a cores. No que diz respeito ao nosso herói, esta publicação apresenta uma série de curiosidades, nomeadamente as adaptações portuguesas (devido à censura e à conjuntura do herói em Portugal - Tintim era um jornalista português) dos episódios do Tintin. Foi editada uma 1ª edição em 2005 com 82 páginas.

Edição do autor - Lisboa, 2007 - 110 páginas, Brochado, Cor & P&B, 215x340 mm