Les Aventures de Tantan
quarta-feira, 23 de outubro de 2024
sexta-feira, 18 de outubro de 2024
Os Grisalhos
Os Grisalhos visitaram no museu da Fundação Gulbenkian, em Lisboa, a exposição dedicada ao belga Georges Remi, mais conhecido como Hergé, nascido em 1929 e autor de Tintin, o mais icónico personagem da banda desenhada do século XX.
Zépestana registou o encontro do casal de aposentados com Tintin e Haddock aquando da visita à exposição de 2021.
E do seu talento criativo nasceu uma vasta galeria de heróis singulares e de sinistros vilões.
Para lá do protagonista - o jovem repórter Tintin -, quem não se lembra do capitão Haddock, irascível marinheiro de impropério fácil, dos gémeos detectives Dupond & Dupont, da temperamental diva Bianca Castafiore, do circunspecto mordomo Nestor, do colérico General Tapioca, do absorto Professor Girassol (surdo como uma porta), de Serafim Lampião, angariador de seguros, de Tchang, o amigo asiático, ou até de um nosso compatriota, o lisboeta Oliveira da Figueira, persuasivo vendedor ambulante de quinquilharias inúteis, capaz de vender uma cama de casal ao papa?
Pela mão de Tintin, Hergé levou-me ao fundo dos oceanos e ao espaço sideral, às neves eternas dos Himalaias e aos tórridos desertos das arábias, às ditaduras sul-americanas e à misteriosa selva africana.
Hergé foi o indiscutível e verdadeiro pai da banda desenhada europeia. Mas não só. Destacou-se ainda, assim o mostra esta exposição, como ilustrador, fino humorista, publicitário e artista plástico de múltiplos talentos.
Os seus 24 álbuns de aventuras do Tintin estão traduzidos em mais de cinquenta línguas. Incluem títulos tão sugestivos como aqueles que se seguem: “Os Charutos do Faraó”, “As Jóias de Castafiore”, “O Tesouro de Rackham, o Terrível”, “Explorando a Lua”, “O Lótus Azul”, “O Ídolo Roubado”, “O Segredo do Licórnio”, “Tintin e os Pícaros”, “O Caso Girassol”, “A Estrela Misteriosa”, “As Sete Bolas de Cristal”, “Perdidos no Mar”, “O Ceptro de Ottokar”, “O Voo 714 para Sidney”, “O Caranguejo das Tenazes de Ouro”, “Tintin no Tibete”…
sábado, 12 de outubro de 2024
Quadro
«Quadro feito à mão em azulejo com aranha para pendurar. Não sei o nome da técnica usada, mas é vidrado. Tem 20 cm por 20 cm.»
Estava à venda no site Custojusto. Podia ser entregue em mão própria na zona da Lourinhã ou enviado por correio.
https://www.custojusto.pt/lisboa/casa-vestuario/moveis-decoracao/quadro-do-tintim-32079743
quarta-feira, 9 de outubro de 2024
Tin-tin por Tin-tin
Tin-Tin por Tin-Tin em África - Nuno Saraiva
14/04/2010
Nuno Saraiva, desenhador português de BD, teve no semanário Sol, na sua revista Tabu, uma rubrica semanal de duas pranchas intitulada «Na Terra e no Céu». Na edição de 12 de Março de 2010, Nuno parodiou o Tintin com a história «Tin-tin por Tin-tin em África».
terça-feira, 8 de outubro de 2024
Uma aventura em portugal
Hergé achou a ideia boa, mas Müller não encontrou apoios
Adolfo Simões Müller tinha "um plano gigantesco" e em Abril de 1939 escreveu uma carta a Hergé com a proposta: fazer-se uma aventura de Tintim em Portugal.
O filho de Simões Müller, Luís Müller, lembra-se do projecto. "Hergé chegou a falar com o meu pai, pedindo-lhe informação sobre a História de Portugal", contou ao P2 (Público).
Também se lembra de ouvir o pai dizer que a ideia era encontrar, para a história, um elo de ligação entre o Brasil, Portugal e a Índia. A resposta do criador belga foi prudente.
Achou boa a ideia, mas manteve alguma distância, pois queria assegurar o controlo das coisas.
Nomeou seu representante Jean-Louis Duchemin, do Syndicat de la Proprieté Artistique (SPA, Paris) que apresentou uma estimativa de custos a Simões Müller e propôs uma repartição dos encargos: 10 por cento do preço de cada álbum teria de ser suportado pelo português, e 40 por cento desse montante entregue directamente ao SPA.
A ideia não teve seguimento porque não houve capacidade financeira para investir no projecto, nem possibilidade de encontrar apoios públicos ou privados.
Carlos Pessoa / Público, 22/05/2007
domingo, 6 de outubro de 2024
Cão ou cadela?
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sexta-feira, 4 de outubro de 2024
A Ilha Negra
Difusão Verbo - 1989 (Bedetheque)
Boletim nº 1 do Clube Comicarte, Janeiro - 1989
PRIMEIRAS EDIÇÕES
Para quem gosta de colecionar as primeiras edições de qualquer álbum como eu, tentar encontrar as primeiras edições do Tintim em português de Portugal não foi tarefa fácil!!
Como todos sabemos a Verbo foi a primeira a publicá-lo.
Como curiosidade os três primeiros álbuns saíram com o fundo da contracapa em branco. [E a reedição da Ilha Negra saiu ainda com o fundo da contracapa em branco.]
Se na contracapa o primeiro título que aparece na zona de álbuns já publicados for a Ilha Negra, é garantido que seja uma primeira edição do titulo que está na capa desse álbum. Ou seja, a Verbo começou a publicar a partir da Ilha Negra e seguiu a ordem cronológica de publicação do Tintim a partir daí e sempre aparece nas primeiras edições como sendo a Ilha Negra o primeiro da lista de publicados na contracapa até ao álbum Tintim e os pícaros inclusive. Tendo chegado ao último álbum da coleção, o próximo foi a Orelha Quebrada que é mencionado no "A Publicar:" a seguir foi os Charutos do Faraó, Lotus Azul, Tintim na América, Tintim no Congo e por último o Lago dos Tubarões, este último já com uma contracapa diferente.
Outra dica, se na contracapa tiver os álbuns todos publicados mas tendo fotos das capas, são todos reedições.
José Oliveira, Facebook Bd Rara em Português, 2023
terça-feira, 1 de outubro de 2024
quinta-feira, 26 de setembro de 2024
Gouveia e Melo
No antigo edifício do comando naval, em Oeiras, sede da task force, o gabinete do coordenador tem vista para o mar. (...) No gabinete há quatro pequenos quadros.
Num deles, um homem carrega uma cruz, inside joke destinada a um departamento que lhe deu problemas.
Ao lado, a ilustração de um perfil publicado na “Notícias Magazine” pouco depois de assumir o comando da task force, um lobo do mar com traços de Haddock.
Em moldura semelhante, está precisamente a carismática personagem de Hergé, em Tintim, dono da mais fabulosa coleção de insultos, a vociferar “calão naval usado para pôr esta gente na ordem”. E sorri.
Por último, destacado, um desenho infantil, oferecido por uma criança, dois meninos e uma palavra: “Obrigado”.
23/09/2021
Alexandra Tavares Teles / Dina Quintela




















