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terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Revista Tintin - Natal de 1975


Outras edições de natal da versão portuguesa da revista Tintin :

Data: 21-12-1968

 Págs: 28

 Preço: 5$00

 Capa: Hergé (Georges Remi)


https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/1-ano-n-30.html

http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/130.html

Capa Hergé - postal bola de natal

Data: 20-12-1969

 Págs: 28+s

 Preço: 5$00

 Capa: Uderzo (astérix)

https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/2-ano-n-30.html

http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/230.html

 Data: 26-12-1970

 Págs: 32

 Preço: 7$50

 Capa: Azara, Jo-El

 Nota: Capa com Tintin (Lua)


https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/3-ano-n-31.html

http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/331.html

Data: 25-12-1971

 Págs: 32

 Preço: 7$50

 Capa: Geri

https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/4-ano-n-31.html

http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/431.html

 Data: 23-12-1972

 Págs: 32

 Preço: 7$50

vela (Tintin)

https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/5-ano-n-31.html

http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/531.html

 Data: 29-12-1973

 Págs: 32

 Preço: 7$50

 Capa: Dupa (Dany)

https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/6-ano-n-32.html

http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/632.html

Data: 21-12-1974

 Págs: 32

 Preço: 10$00

 Capa: Godi

https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/7-ano-n-31.html

Data: 12-1975

 Págs: 32

 Preço: 12$50

 Nota: A capa anuncia o Natal de 1975.


https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/8-ano-n-31.html

http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/831.html

Data: 25-12-1976

https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/9-ano-n-32.html

Data: 24-12-1977

 Págs: 36

 Preço: 20$00

cão

https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/10-ano-n-32.html

http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/1032.html

Data: 23-12-1978

 Págs: 36

 Preço: 20$00

 Capa: Turk 

https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/11-ano-n-32.html

http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/1132.html

quarta-feira, 14 de abril de 2021

Férias em Portugal



Nesse número, o Diabrete continuava a publicar duas famosas séries estrangeiras que nenhum leitor (ou leitora) entusiasta podia perder: as exóticas e trepidantes aventuras do hercúleo rei da selva que Edgar Rice Burroughs baptizou com o nome de Tarzan, na versão em quadradinhos mais realista e dinâmica de sempre, realizada pelo mestre da anatomia e do movimento Burne Hogarth; e as Tropelias do Trovão e do Relâmpago, fantasista cognome para Quick e Flupke, dois ladinos garotos belgas, oriundos do típico bairro de Marolles, em Bruxelas, com os quais o Diabrete, impedido de publicar as aventuras de Tintin (que eram, nessa altura, exclusivo d’O Papagaio) quis aumentar a sua popularidade e o seu prestígio, apresentando outra emblemática criação de Hergé — forma inteligente de manter na sua órbita um dos maiores autores da BD europeia, à espera de que um dia (como, aliás, aconteceu) Tintin viesse também parar às suas páginas.


No mesmo dia 26 de Dezembro de 1942 (ou talvez um pouco antes) em que surgiu nas bancas o número de Natal d’O Mosquito, os ardinas apregoavam também alegremente o nº 104 do Diabrete, que exibia uma magnífica capa desenhada por Fernando Bento, artista gráfico de traço ameno e desenvolto, cuja mestria era capaz de encher as páginas da revista com as mais vibrantes e inspiradas criações.

De facto, além da capa onde as figuras do Presépio, de grande beleza formal (e outras menos sacras), emolduravam um “educativo” poema de Adolfo Simões Müller — brilhante escritor e pedagogo que exercia as funções de director do Diabrete —, Bento teve ainda a seu cargo a ilustração de novos capítulos de Miguel Strogoff, HQ em tiras, com extensas legendas didascálicas, extraída da famosa novela de Jules Verne, e de Béquinhas, Beiçudo & Barbaças, hilariante série cómica cuja longevidade (pois já ia no 104º episódio) era mais uma prova do versátil engenho de um artista multifacetado.

(...)

https://ogatoalfarrabista.wordpress.com/2013/12/14/capas-e-numeros-de-natal-4

É provável que Serra da estrela tenha sido apenas na versão para Portugal.


https://largodoscorreios.wordpress.com/2020/07/08/jamais-so-com-tintin-68/



segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Tintin e o Natal de 1944

Em 1944, a revista O Papagaio publicava a aventura de Tintin «A estrela misteriosa«. E no nº 506, de 21 de Dezembro daquele ano, Tim Tim e Rom Rom desejava aos leitores um natal muito feliz. A imagem é retirada do extraordinário blogue de Jorge Magalhães «O gato alfarrabista«


domingo, 24 de dezembro de 2017

FELIZ NATAL

O José Vitor Silva deseja um Santo Natal a todos os leitores do blogue "Tintin em Portugal"
PAZ, SAÚDE E FELICIDADE



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Sequela de Tintin apontada para 2014 ou 2015

Um segundo filme de Tintin pode estar pronto na altura do Natal de 2014 ou no Verão de 2015.Quem o diz é Kathleen Kennedy, a colaboradora de longa data de Steven Spielberg.

 «Estamos a avançar com o projecto. Já falámos os dois sobre isso e estamos a trabalhar no enredo, pelo que é possível que esteja pronto em Fevereiro ou Março de 2012. Se conseguirmos gravar no próximo Verão, então o filme pode estar pronto no Natal de 2014 ou em 2015.», disse Kennedy citada pela «Filmonic».

«As Aventuras de Tintin: O Segredo do Licorne» estreou este ano, primeiro nas salas de cinema da Europa e só agora sai nos EUA, a 21 de Dezembro. O filme de Steven Spielberg, que conta com a produção de Peter Jackson, arrecadou cerca de 40 milhões de euros de receita de bilheteira nos primeiros dias de exibição na Europa.

 http://www.tvi24.iol.pt/cinebox/tintin-as-aventuras-de-tintin-cinebox-sequela/1305781-4059.html

sábado, 6 de novembro de 2010

É assim o Tintin de Spielberg (mais só no Natal de 2011)

"The Adventures of Tintin: The Secret of the Unicorn", de Steven Spielberg, vai ser muito provavelmente o grande sucesso de bilheteira do Natal de 2011.
O filme deverá chegar às salas a 28 de Dezembro do próximo ano e será o primeiro de uma trilogia que está a ser cozinhada por Spielberg e Peter Jackson, o realizador de "O Senhor dos Anéis". A revista inglesa "Empire" revelou no início desta semana, em exclusivo, as primeiras imagens reais do filme, que tornam mais palpável o que Spielberg quis dizer quando explicou que o seu objectivo era "alcançar uma espécie de hiper-realidade que integrasse a linha clara de Hergé". Não desfigurar o estilo do desenhador belga é, para Spielberg, um ponto de honra: "Assumo-me como garante de que a trilogia que estou a preparar com Peter Jackson será fiel à arte de Hergé".
Filmado em 3D e recorrendo à técnica utilizada por James Cameron em "Avatar", que permite transpor movimentos e expressões faciais de actores para personagens de animação, o "Tintin" de Spielberg vai custar 135 milhões de dólares (quase cem milhões de euros), numa produção que envolve, além da DreamWorks de Spielberg, a Sony e a Paramount. O realizador anunciou este projecto há dois anos, no festival de Cannes, mas a intenção vem de longe. "No funeral de Hergé, em 1983, lembro-me de ter dito à sua viúva, Fanny, que queria muito adaptar as aventuras de Tintin ao grande ecrã, mas que respeitaria a obra do seu marido". Embora a produção esteja a decorrer sob rigoroso segredo e se conheçam poucos detalhes do filme, boa parte do elenco foi já divulgada: o actor britânico Jamie Clegg será Tintin, Andy Serkis, o Gollum de "O Senhor dos Anéis", interpretará o irascível Capitão Haddock, os polícias gémeos Dupond e Dupont ficam a cargo de Simon Pegg e Nick Frost, e Daniel Craig foi escolhido para o papel de Rackham o Vermelho. É certo que Spielberg já levantou um bocadinho o véu, mas o pouco que disse, soando bastante prometedor, dificilmente permitirá formar uma imagem aproximada do que o filme possa vir a ser: "Deve muito não apenas ao 'film noir', mas também a todo o teatro brechtiano", diz o realizador, acrescentando que, "ao mesmo tempo, é uma aventura infernal".
Para abrir esta trilogia, Spielberg e Jackson escolheram uma história que se estende por dois álbuns de Tintin (o 11º e o 12º) originalmente publicados na primeira metade dos anos 40: "O Segredo do Licorne" e "O Tesouro de Rackham o Terrível". E Peter Jackson, que dirigirá o próximo filme, já adiantou que está a pensar adaptar "As Sete Bolas de Cristal". Mas não garante. "Também gosto muito dos que se passam nos Balcãs, como 'O Ceptro de Ottokar', que daria um óptimo thriller".

Luís Miguel Queirós (PÚBLICO)

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Revista Tintin

O “TINTIN” PORTUGUÊS (1968 – 1982)

O ano de 1968 constituiu um marco histórico no panorama português das publicações periódicas de banda desenhada. Foi naquele já longínquo ano que surgiu, em Portugal, a revista semanal “Tintin”, propriedade da Editorial Ibis e da Livraria Bertrand (a partir do nº24 do 5º ano, propriedade só da Bertrand).

A saudosa revista “Tintin” publicava histórias das duas mais importantes e prestigiadas revistas europeias de banda desenhada da época: o “Tintin” belga (1946-1988) e o “Pilote” francês (1959-1989). Com efeito, a revista portuguesa do “Tintin” representa a “conquista” do mercado português por parte da banda desenhada franco-belga, então no seu apogeu de prestígio e qualidade.

O “Tintin” português conseguiu uma síntese inédita e, diria mesmo, perfeita em toda a Europa, razão por que chega a ser considerada, na altura, a melhor revista europeia de banda desenhada por vários autores e críticos europeus de banda desenhada, sobretudo franceses. De facto, a revista portuguesa “Tintin” apresenta as melhores séries daquelas duas revistas europeias (“Tintin” belga e “Pilote” francês) e no plano da impressão e do ponto de vista técnico a revista é muito bem elaborada, sendo mesmo considerada uma das melhores revistas impressas da Europa.

De facto, a revista “Tintin” introduziu uma marca de classe e confirmou um padrão de qualidade quer nas histórias, quer no tratamento das mesmas, ensinando os leitores a reconhecerem os autores e o seu valor.

Pode-se afirmar que o “Tintin” português constituiu uma autêntica “lufada de ar fresco” no panorama das publicações de banda desenhada em Portugal e, simultaneamente, foi uma pequena “pedrada no charco” no “orgulhosamente sós” em que a sociedade portuguesa vivia, fechada em si mesma e nada receptiva, até então, a tudo o que viesse do exterior, nomeadamente, em matéria de banda desenhada europeia. É, pois, inegável e indiscutível reconhecer que a revista “Tintin” exerceu e desempenhou um papel da maior relevância e importância na divulgação, junto de uma geração de leitores portugueses, do que de melhor se fazia lá fora em matéria de banda desenhada.

Na verdade, entre outros méritos, o “Tintin” teve a grande virtude de publicar muitos dos mais importantes ensaios escritos sobre banda desenhada na Europa e de dar a conhecer aos leitores portugueses os melhores autores europeus do seu tempo, em quantidade e qualidade. Para tal, foi preciosa e inestimável a contribuição dada, ao longo de 14 anos, por Vasco Granja, o qual se esforçou por informar e divulgar, junto dos leitores portugueses, os acontecimentos, ao nível da banda desenhada, que ocorriam na Europa e no Mundo, traduzindo e transcrevendo, para a revista, artigos, ensaios, entrevistas publicadas nas mais importantes revistas e fanzines contemporâneos belgas, franceses ou italianos, destacando-se, entre outras, as revistas “Phénix”, “Ran Tan Plan” e “Schtroumpf”.

Outras importantes e valiosas contribuições dadas por Vasco Granja para o desenvolvimento de uma cultura de banda desenhada em Portugal foram: a promoção do debate sistemático de banda desenhada, criando e desenvolvendo um espaço de discussão e reflexão a sério sobre banda desenhada, junto do público leitor; a criação de rúbricas e secções tais como o “correio dos leitores” e as páginas de divulgação e crítica. Inclusivamente, Vasco Granja foi o primeiro português a integrar grupos de discussão internacionais, como por exemplo o grupo de Lucca, em Itália.

Tendo atravessado 3 décadas (anos 60, 70 e 80) da sociedade portuguesa (e “sobrevivido”, pelo meio, a uma revolução/golpe de estado e ao PREC), o “Tintin” marcou fortemente e apaixonou uma geração de milhares de leitores portugueses, do mesmo modo, aliás, que, numa época diferente, as revistas “Mosquito” e “Cavaleiro Andante” o haviam já feito também em relação a outra geração de leitores, nos anos 40 e 50, com a grande diferença, no entanto, da revista “Tintin” ter sido a última grande revista portuguesa de banda desenhada e ter, de certa forma, encerrado um ciclo em Portugal.

Foi, assim, com um misto de pena, tristeza e de eterna saudade que, em 1982 (no nº21 do 15º ano da revista) os leitores portugueses assistiram ao fim da revista e se despediram para sempre do “Tintin”.

Quando a revista surgiu em 1968, ainda nem um ano de idade eu tinha, por isso não acompanhei os primeiros anos da revista. Só comecei a tomar conhecimento da existência da revista, em 1974, tinha eu seis anos de idade e, a partir daí, o meu pai começou a comprar-me a revista. Quando o “Tintin” chega ao fim em 1982, eu tinha 14 anos de idade e, na altura, recordo-me de ter sentido um grande vazio e de ter sentido imenso a falta da revista e, desde então até hoje, continuo a sentir uma enorme nostalgia daqueles tempos maravilhosos. Tenho consciência que depois do fim de “Tintin” nunca mais surgiu uma revista portuguesa de banda desenhada que pudesse fazer esquecer aquela revista, por isso sou um grande saudosista do “Tintin”, o qual marcou, sem dúvida, uma época única e inigualável na história da banda desenhada em Portugal. 

Para terminar, resta-me acrescentar que não descansei enquanto não adquiri todos os números que me faltavam da colecção e posso dizer que é a minha colecção de estimação e a minha preferida de entre os milhares de livros e revistas que possuo na minha biblioteca.

 Alexandre Morgado, Página da Loja timtimportimtim

A 1 de Junho de 1968, aparece o primeiro número da edição portuguesa da revista Tintin. Nas suas 28 páginas, Asterix, Tintin, Lucky Luke, Michel Vaillant, Ringo e Dan Cooper. Uma equipa de peso. Boa qualidade de impressão e uma criteriosa escolha de histórias, o futuro era risonho. E foi pelo menos durante quinze anos. 749 números publicados e cinco especiais mostraram  aos leitores o melhor da escola franco-belga. Realce-se a verdadeira enciclopédia bedéfila, que constituem os artigos publicados nos seus suplementos por Vasco Granja. A par da sua saída semanal - com que entusiasmo se esperava naqueles dias pela sexta-feira para correr a ir comprá-la - a sua editora, Livraria Bertrand, iniciou no início dos anos 70 a publicação de vistosos álbuns, na colecção a que apelidou BANDA DESENHADA. Agora tem a oportunidade de completar a sua colecção.

E que tal a  criação de um clube dos "Amigos da revista Tintin", composto por aqueles ,que como eu, lhe reservam um lugar muito especial, lá no cantinho das suas emoções?

Loja timtimportimtim

Página com todas as revistas da edição portuguesa:

https://bdmania.com.pt/tintin-p-1

https://bdmania.com.pt//tintin-p-5

https://bdmania.com.pt/tintin-p-15


https://revistatintin.blogspot.com/

https://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/1521.html

Algumas capas de aniversário:

501 Capa do 5º aniversário - 27-06-1972

701 Capa do 7º aniversário


1001 Ao entrar no 10º ano

Outras capas com referências a Tintin:

138


Capa com Michel Vaillant e Tintin - 1963.

152 contracapa dos livros

239

337

242


Tintin Belga nº26/1967

+ Capas com logotipo diferente do habitual:

318 logo diferente


(Tintin Belga nº1 / 1970)

342 logo super


452 xadrez / preto e branco


(Tintin Belga nº 45 de 1970)


+ Capas de edições Super com cabeçalhos bastante diferentes das edições habituais

444 super

542 tintin super

(Tintin Belga nº 3/1972)?

618 logo super

(Tintin Belga nº 26/1970)


531 natal 1972


(sem logotipo)

831 natal 1975

Outras capas com referências a Tintin

613 leia tintin

(Tintin Belga nº 37/1972)

Edição encadernada 6º-1, contracapa 6º-2, 12º-2 e 13º-1







1315 Cinquante Ans De Travaux Fort Gais
(Tintin Belga nº 2/1979)
(Tintin Belga nº 10/1978)

1323 Tintin com mala a ser fotografado por um membro da dupla Clique & Flash

(Tintin Belga 21/1978)

1113 concurso

(Tintin Belga nº 21/1977)

1244 concurso


1246 invenção


Tintin Belga nº 10/1978

Outros logotipos diferentes

1313 dindin


(a única vez em que não apareceu o nome certo da revista)

(Tintin Belga nº 48/1977)

1024

(o nome da revista tem diferenças nos "i")

Tintin Belga nº11/1981 (13/1980, 48/1981)

Aniversário da revista original:

421 25º aniversário da revista Tintin - 10/1971

(Tintin Belga nº 17/1970)


Quiosque

http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/419.html

http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/142.html


427 lua

Capas diferentes em edições Super apenas com o nome da revista mas sem Tintin e Milou no cabeçalho

642 super

(Tintin Belga nº 49/1972)

818 super

742 super


(Tintin Belga nº 14/1973)

818+ 842 s 918 s 942 s 1042 + 1118 + 1142 + 1218 s 1305 + 1318 + 1331 + 1344 + 1405 + 1418 + 1431 + 1438 + 1444 + 1505 + 1518 +

1018 lettering diferente


1018


(Tintin Belga nº 9/1977)

logotipo diferente que apareceu apenas nesta edição mas que era o usado na Tintin original do nº 49 de 1972 com ligeiras diferenças até ao fim em 1988.

1247



Tintin Belga nº39/1979

1310




Tintin Belga nº1/1981

Tintin / TB nº 29/1969

Cubit / TB nº 47/1969

Edições belgas/francesas:

TB 1970

TB 1971