
quinta-feira, 2 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Tintin n' «O Papagaio»

Os charutos do faraó (#115 de 24/6/1937 ao #161 de 12/5/1938)
O lótus azul (#166 de 16/6/1938 ao #205 de 16/3/1939)
Tim-Tim em Angola (Tintim no Congo) (#209 de 13/4/1939 ao #244 de 14/12/1939)
Tim-Tim e o mistério da orelha quebrada (A orelha quebrada) (#247 de 4/1/1940 ao #298 de 26/12/1940)
Tim-Tim na ilha negra (A ilha negra) (#301 de 16/1/1941 ao #359 de 26/2/1942)
Tim-Tim no deserto (O caranguejo das tenazes de ouro) (#366 de 16/4/1942 ao #426 de 10/6/1943)
A estrela misteriosa (#435 de 12/8/1943 ao #540 de 16/8/1945)
O segredo do Licorne (#617 de 6/2/1947 ao #679 de 15/4/1948)
sábado, 21 de maio de 2011
Empire - À conversa com Spielberg
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Tintin há 75 anos... e a cores
Foi há 75 anos, em “O Papagaio”, que Tintin foi publicado pela primeira vez em Portugal. A par dessa estreia, uma outra, a nível mundial, bem mais marcante: a publicação, a cores, do repórter dos quadradinhos criado por Hergé, na altura rebaptizado “Tim-Tim”.
Isso aconteceu no número 53 daquela revista infantil, datado de 16 de Abril de 1936, mas os leitores já vinham a ser preparados desde o número 49. Nele, era anunciado que Tim-Tim, “enviado especial à América do Norte”, iria correr “sérios riscos”, pois aquele país “civilizadíssimo, donde nos chegam as maiores invenções e belas afirmações de espírito artístico”, era também um “território onde o banditismo impera, no qual indivíduos da pior espécie e de todas as nacionalidades estabeleceram há muito arraiais”. E continuava: “acompanhado pela fidelíssima cadela Pom-Pom, o moço e ilustre jornalista partiu há dias para Nova Iorque, a bordo do Vulcãnia”. O seu destino era no entanto Chicago, “a capital do crime, o principal antro dos bandidos que vai desmascarar e vencer”. E explicava: “o facto de se fazer acompanhar da cadelinha não é (…) de somenos importância. O inteligente animal é o melhor companheiro do famoso repórter a quem já por mais duma vez salvou a vida.
Curiosamente, dois números passados, já protagonizava a capa e, em novo anúncio, Milu afinal chamava-se Rom-Rom, mas continuava “cadelinha”, e Tim-Tim, medindo “apenas 1,45 metros” tinha “a coragem de um gigante”. A primeira aventura publicada foi rebaptizada como “Tim-Tim na América do Norte” e prolongar-se-ia até ao número 110, recheada de atropelos ao original hoje inimagináveis: remontagem de pranchas, supressão ou ampliação de vinhetas e de texto, alterações do conteúdo…
Exemplo deste último aspecto, é a substituição de uma greve de operários (algo ilegal na época em Portugal) por uma pausa para almoço... Alterações que desagradaram a Hergé que, em contrapartida, apreciou as cores feitas em Portugal.
Estas e outras curiosidades – como o facto de parte dos direitos de Tintin, durante a Segunda Guerra Mundial, terem sido pagos por Simões Müller, director da revista, a Hergé em géneros alimentícios enviados para a Alemanha, onde um irmão do autor estava preso – são referidos por José Azevedo e Menezes em “O Papagaio – Um estudo do que foi uma grande revista infantil portuguesa” (edição do autor).O sucesso de Tim-Tim – e dos seus companheiros Rom-Rom, Capitão Rosa (Haddock), Professor Pintadinho (Tournesol) – foi tão grande que protagonizaria diversas capas (criadas por autores portugueses) da revista, números hoje bem pagos por coleccionadores nacionais e estrangeiros que também valorizam aqueles em que Tintin é publicado.
“O Papagaio” viria a apresentar mais oito histórias, transitando depois o herói, sucessivamente, para o “Diabrete”, “Cavaleiro Andante”, “Foguetão” e “Zorro” até chegar à revista com o seu nome, em 1968. Curiosamente, se Portugal foi pioneiro na publicação colorida das histórias aos quadradinhos de Tintin, teve que esperar até meados da década de 1990 para assistir á sua edição em álbum, pela Verbo.Actualmente, o herói faz parte do catálogo da ASA, que tem programada a conclusão da edição integral das suas aventuras, em formato reduzido e com nova tradução, até final do corrente ano, bem como uma edição fac-similada do original a preto e branco de “Tintin na América”, em Junho. Mas se há banda desenhada de Tintin que merecia ser reeditada tal e qual como foi publicada pela primeira vez, ela é sem dúvida o “Tim-Tim na América do Norte” tal e qual apareceu em “O Papagaio”.
http://asleiturasdopedro.blogspot.com/2011/04/tintin-ha-75-anos-em-portugal-e-cores.htm
Exposição tintinófila no Moura BD 2011
O Arqº. António Mata, um dos maiores tintinófilos do nosso país, mostra-nos algumas das peças que formam a sua extensa colecção. Álbuns, revistas, t-shirts, figuras em pvc, calendários, autocolantes, estatuetas, etc, fazem parte desta colecção admirável de alguém que, para além de coleccionar, sabe muito sobre o personagem e sobre Hergé, o seu autor. Acrescente-se que Tintin foi um dos personagens BD que mais viajou pelos quatro cantos do mundo e terá, também por isso, um pequeno núcleo chamado “As viagens de Tintin”...
A exposição tem produção conjunta da Câmara Municipal de Moura e do GICAV. Estará patente na sala de exposições do Posto de Turismo de Moura e prolongar-se-á até ao último dia do mês de Maio.
O próprio cartaz do festival faz uma alusão ao personagem Tintin.
sábado, 19 de março de 2011
Fugas: Tintin viajante
Assim, Carlos Pessoa oferece-nos uma volta ao mundo com sete grandes viajantes: Corto Maltese (Globe trotter do século XX), Tintin (Herói na Terra e na Lua), Blake & Mortimer (Uma dupla contra Olrik), Johnny Hazard (Agente da guerra fria), Max Fridman (Espião em tempo de brasa), Cuto (Aventureiro contra o franquismo) e Jonathan (O falso contemplativo).
Um artigo, profusamente ilustrado, que nos prova que, por vezes, a BD é um veículo que nos leva a viajar, sonhando ou recordando lugares perdidos.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
75 anos de publicação do Tintin (1936-2011)
E não esqueçam que 2011 é o ano de pelo menos dois grandes acontecimentos na edição da BD em Portugal: 75 anos de publicação do Tintin e 50 anos de publicação de Astérix.
E eu acho sempre, quando se fala de BD em Portugal, que devemos muito a um grande autor de "obras para a infância" que se chamava Adolfo Simões Muller e que esteve ligado a publicações como o Papagaio, Diabrete, Foguetão...
É evidente que há outros, mas eu acho, sinceramente, que esse foi o "grande começo".
Portugal o primeiro país a publicar (no mundo, entenda-se) o Tintin a cores? Fantástico! Portugal o primeiro país não francófono a publicar o Astérix? Fantástico. Porque, recorde-se, na altura nenhuma destas séries tinha "projecção" nem as tiragens que viriam a conhecer mais tarde.
...Mas isso é (será) uma outra história.
Abraços,
Maria José M. Pereira, 11/01/2011
E aqui têm as novidades da ASA previstas para Fevereiro:
Tintin - As 7 Bolas de Cristal
Tintin - O Templo do Sol
Tintin - No País do Ouro Negro
Em Abril Maio - Por essa altura deve sair mais um tomo do (...), alguma coisa do Tintin (que em Abril faz 75 anos de publicação em Portugal), alguma coisa do Astérix (que em Maio faz 50 anos de edição em Portugal)...
O Papagaio - 1936
O Foguetão - 1961
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Tintin no jornal Público
Os pastiches referem-se aos episódios de lunares de Tintin, sendo um a reprodução da capa do álbum «Rumo à Lua».
O suplemento nas novidades cinematográficas para 2011 traz um artigo sobre o próximo filme de Tintin do realizador Steven Spielberg. Ficamos a saber que o filme será estreado em Portugal em 27 de Outubro deste ano.






