terça-feira, 6 de janeiro de 2026
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
Pinguim Café
domingo, 4 de janeiro de 2026
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
Gramática

A gramática "Da Comunicação à Expressão" lançada pelas edições ASA incluía textos e fotos retirados de várias fontes. A edição consultada, a terceira, foi lançada em 1980.
Textos tirados dos jornais
O Primeiro de Janeiro
Jornal de Noticias
e das revistas
Tintin
Mafalda
A.C.P.
Agradecemos.
sábado, 27 de dezembro de 2025
Brinquedos de BD
Abandonou o cigarro antes do tempo e dispara mais rápido do que a sua figura refletida. Os novos autores deram continuidade à obra de Morris e perpetuam a história de um cowboy solitário aberto a novos temas sem parecer uma sombra de si mesmo. O SAPO 24 falou com Ricardo Leite, dono da Toybroker, loja de banda desenhada clássica e super-heróis de outros tempos. Uma conversa sobre Lucky Luke, dos objetos e livros aos quadradinhos emprestados ao 32º Festival de Banda Desenhada da Amadora e da própria BD. Com uma incursão a soldadinhos de chumbo.
Lucky Luke. Aos 75 anos, o cowboy não é uma sombra do que foi
Lucky Luke. Os 75 anos do cowboy que dispara mais rápido do que a própria sombra, deixou de fumar em meados dos anos 80 do século passado, herói que sobreviveu ao criador Morris (Maurice de Bévère,) à imagem da tradição franco-belga e cuja história tem sido revisitada à luz dos temas mais prementes dos dias de hoje, é um dos ex-líbris da edição 32 do Festival de Banda Desenhada da Amadora, evento que encerra amanhã, 1 de novembro, dia de Todos os Santos.
O SAPO 24 falou com Ricardo Leite, dono da Toybroker, loja de brinquedos e clássicos da Banda Desenhada situada na cave do n.º 49 da Rua Sacadura Cabral, em Lisboa, autor e criador de miniaturas de soldadinhos portugueses e colecionador de material militar russo e soviético. É também responsável pelo empréstimo dos objetos que compõe "Os Herdeiros de Morris", uma das exposições patentes no Ski Skate Amadora Park, na freguesia da Damaia.
“Não contei o número de peças cedidas. Estive ainda a pensar no título 'Lucky Luke 200 peças' para a exposição, mas são mais”, assegura o colecionador entrado no mundo aos quadradinhos por influência do pai, cuja área de atividade profissional – ligado à marinha mercante – fez com que trouxesse do estrangeiro a efervescência dos bonecos e da banda desenhada.
A exposição revela o traço de novos autores responsáveis por desenhar a magra e solitária figura de colete preto, chapéu branco, camisa amarela e calças de ganga: Achdé (“Terra prometida”, cuja história retrata a escolta a uma família de judeus da Europa de Leste até aos confins do Oeste selvagem), Mawil (“Lucky Luke Muda de Sela”, 2020, no qual uma bicicleta concorre com o inseparável Jolly Jumper) e Matthieu Bonhomme (“O Homem que matou Lucky Luke”, editado em 2016, em que são reveladas as razões de ter deixado de fumar e “Procura-se”, 2021).
“Sou um apreciador de Bonhomme. Gosta do western, apresenta uma nova literatura clássica dentro do estilo franco-belga, está fantástico”, elogia Ricardo Leite num espaço onde coabitam Lone Ranger e Action Man, as BD do Spirou, Tex e Astérix e “diverso material militar russo e português” assim como “miniaturas de soldadinhos feitos em liga de estanho”, pedido feito pelos “Pupilos do Exército” e cujas peças artesanais deram origem ao core do seu sustento. “Não me fará rico, mas confere alguma dignidade ao negócio”, sorri.
Sem ponta de cigarros e com novos temas na boca
Abre o livro a falar da adaptação da nova arte (Banda Desenhada) ao politicamente correto, por vezes em duelo com a própria sombra.
A mudança mais popularizada assenta na ponta do cigarro desaparecida da boca do cowboy solitário, um gesto que viria a valer a Morris uma distinção da Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas há outras incursões. No ano passado, um caderno do Lucky Luke adotou uma postura política ao trazer o tema da segregação racial e ao introduzir o primeiro xerife negro em “Un cowboy dans le coton", do argumentista Jul.
“A produtora americana Hanna-Barbera quis fazer a série nos EUA e impôs duas condições. Retirar o cigarro e eliminar as pistolas. Morris acedeu à primeira, retirou os requintes de enrolar o cigarro e bolsa do tabaco e, em seu lugar, colocou uma palha, mas não aceitou a segunda. Não fazia sentido não ter uma pistola no Velho Oeste”, ajuíza. “[Morris] Começou na série e passou para a banda desenhada para não fazer confusão”, recorda.
Ricardo Leite não abandona o tema e dá um salto até outra exposição: "Hergé", na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, dedicada ao percurso de George Remi. “Hergé estava à frente do seu tempo. Fez autocensuras às suas obras, umas vezes por imposição de editoras, outras por decisão dele e foi à obra modificá-la. O Morris, nesse aspeto, não o fez”, sublinha.
“Há autores indiferentes e quem não se verga. Mas não é importante. É uma evolução da arte nas sociedades. Eu, como apreciador, vejo o que aparece e tomo opção se gosto ou não. O que não acho correto é o que sucedeu numa biblioteca no Canadá onde se queimaram livros de Banda Desenhada debaixo de acusações”, sentenciou.
Recorre a um exemplo da nova roupagem de Banda Desenhada. “O Tex, muito popular em Itália e no Brasil, a personagem, não desfazendo, os autores eram artistas na época. Evoluiu muito e sou adepto dos novos autores, gosto mais”, exemplificou.
Apesar da abertura de espírito em relação às novas roupagens e enredos, novos e velhos juízos, centra o foco no boneco e autor que deram origem às obras. “Sou muito fiel aos artistas originais”, sublinha, ao mesmo tempo que questiona o desenvolvimento de “um filão quando o artista já morreu”, refere. “Uma obra de arte é diretamente ligada ao artista original. Hoje em dia, há casos que não são carne, nem peixe”, uma expressão saída ao falar do lançamento mundial do Astérix, ele que foi Comissário da Exposição dos 50 anos da icónica personagem gaulesa.
O revivalismo do mundo aos quadradinhos
“O meu pai era entusiasta do Lucky Luke. Tenho os primeiros Cavaleiros Andantes que estão nas vitrinas do festival BD da Amadora”, avisa Ricardo Leite.
Tem com a montra amadorense dos quadradinhos uma longa relação. “Fiz no Museu de brinquedo de Sintra uma exposição sobre o Tintim com um amigo do Porto, da loja “Tintim por Tintim”, uma exibição que lhe viria a abrir as portas a sul. “Comecei a trabalhar em 2003 ou 2004. Numa exposição no antigo centro internacional de BD e Imagem da Amadora”, relembra. “Pediram-me para fazer algo sobre coisas feitas em Portugal. Os bonecos dos gelados da Olá e da Rajá, bem como as figuras do Lucky Luke, feita na fábrica da Maia”.
Nascido em 1965, colega de carteira e curso de Mário Centeno (ISEG), economista de formação, empresário da restauração (dono do antigo restaurante Kalashnikov, Lisboa), começou no início dos anos 90 "a pegar nas coisas que a mãe tinha na arrecadação". "Um, mais um e mais outro e comecei a investigar. E tive sorte por acordar para esta atividade quando ainda havia pouca gente interessada e antes da explosão da internet”, adianta.
“No catálogo da exposição Lucky Luke faço referência a essa evolução nos anos 90. Nessa altura, havia só livros; na primeira década do século XXI aparecem os sites e blogues que deram uma dinâmica ao colecionismo e agora as redes sociais que nesta área explodiram”, comenta.
“Temos o fenómeno do interesse na banda desenhada do Japão, Mangá (também patente no festival da Amadora)”, recorda. No outro lado do Atlântico, os super-heróis esquecidos renascem com a Marvel e a DC (cinema) e despertaram o interesse dos mais novos”, sustenta. “Pensava que o culto do papel se ia perder... são fenómenos cíclicos engraçados”, reconhece.
Um revivalismo também ele revisitado na Amadora. Vai de Michel Vaillant (criado por Jean Graton) aos "80 anos de Diana, a Mulher-Maravilha: Guerreira e Pacifista", personagem da DC Comics, Drácula, de George Bess, passando pela criação portuguesa, Corvo.
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
Revista Tintin - Natal de 1975
Outras edições de natal da versão portuguesa da revista Tintin :
Data: 21-12-1968
Págs: 28
Preço: 5$00
Capa: Hergé (Georges Remi)
https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/1-ano-n-30.html
http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/130.html
Capa Hergé - postal bola de natal
Data: 20-12-1969
Págs: 28+s
Preço: 5$00
Capa: Uderzo (astérix)
https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/2-ano-n-30.html
http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/230.html
Data: 26-12-1970
Págs: 32
Preço: 7$50
Capa: Azara, Jo-El
Nota: Capa com Tintin (Lua)
https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/3-ano-n-31.html
http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/331.html
Data: 25-12-1971
Págs: 32
Preço: 7$50
Capa: Geri
https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/4-ano-n-31.html
http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/431.html
Data: 23-12-1972
Págs: 32
Preço: 7$50
vela (Tintin)
https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/5-ano-n-31.html
http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/531.html
Data: 29-12-1973
Págs: 32
Preço: 7$50
Capa: Dupa (Dany)
https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/6-ano-n-32.html
http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/632.html
Data: 21-12-1974
Págs: 32
Preço: 10$00
Capa: Godi
https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/7-ano-n-31.html
Data: 12-1975
Págs: 32
Preço: 12$50
Nota: A capa anuncia o Natal de 1975.
https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/8-ano-n-31.html
http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/831.html
Data: 25-12-1976
https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/9-ano-n-32.html
Data: 24-12-1977
Págs: 36
Preço: 20$00
cão
https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/10-ano-n-32.html
http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/1032.html
Data: 23-12-1978
Págs: 36
Preço: 20$00
Capa: Turk
https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/11-ano-n-32.html
http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/1132.html
sábado, 20 de dezembro de 2025
Coisas que Acontecem
A exposição "Coisas que acontecem", que integrou a mostra Ilustração Portuguesa 2004, foi pensada para o público infanto-juvenil e partiu de um conjunto de notícias do jornal O Público de 2003 e do primeiro semestre de 2004 que foram ilustradas por 20 nomes nacionais. Um dos trabalhos incluía um desenho com imagens de Tintin e Milou.
A Ilustração Portuguesa 2004 está na Galeria Municipal da Cordoaria Nacional até 7 de Novembro. A 6ª edição daquela que é uma das exposições mais emblemáticas produzidas pela Câmara Municipal de Lisboa, através da Bedeteca de Lisboa, tem este ano como tema a “Ilustração de imprensa”. Além do núcleo central e do temático, a mostra inclui um núcleo infantil e ainda uma retrospectiva da obra do mexicano José Guadalupe Posada. Da programação interactiva constam um debate com directores de arte, um ciclo de cinema de animação, diversos ateliers para os mais jovens e lançamentos editoriais. De tudo daremos conta nas linhas que se seguem.
EXPOSIÇÕES
_ILUSTRAÇÃO PORTUGUESA 2004 - Mostra de trabalhos publicados em 2003 e 1º trimestre de 2004 das várias vertentes da ilustração: imprensa, publicidade, infanto-juvenil, web e inéditos. Estão representados 76 ilustradores, dos quais 19 integram a mostra pela primeira vez. Comissariada por Alice Geirinhas, ilustradora e coordenadora da área de formação da Bedeteca de Lisboa, Cristina Sampaio, ilustradora e Vicente Ferrer, ilustrador espanhol e editor da Media Vaca.
_90’S - Mostra de ilustração publicada na imprensa escrita portuguesa na década de 90. Com esta mostra, que inclui trabalhos de 16 autores, apresenta-se um registo daquele que foi o lançamento de uma geração de ilustradores de imprensa a partir de um momento especialmente dinâmico para a ilustração na imprensa periódica, nomeadamente nos jornais. Comissariada por Jorge Silva, designer e director de arte do jornal Público.
_COISAS QUE ACONTECEM - Mostra de uma selecção de notícias ilustradas: uma encomenda a 20 ilustradores dedicada ao público infanto-juvenil. Pretende-se com este núcleo dinamizar e promover junto do público infanto-juvenil o conhecimento e o gosto pela ilustração de imprensa, formando outros modos de ver. Comissariada por Alice Geirinhas.
EDIÇÕES
_Emissão Filatélica Comemorativa dos "Heróis Portugueses de Banda Desenhada"; composição com 4 selos soltos e um bloco de 4 selos a apresentar oficialmente pelos CTT, numa parceria com a Bedeteca
_Catálogo "Ilustração Portuguesa 2004"
_Caderno de actividades "Coisas que Acontecem"
02.11.2004
Coisas que acontecem na BDteca (2007)
A partir de amanhã e até 22 de Dezembro acontece a segunda edição de "BDteca", um evento organizado pela Câmara Municipal de Odemira. Entre as várias actividades salientamos a exposição "Coisas que acontecem", que integrou a mostra Ilustração Portuguesa 2004 e que estará patente na Escola Básica 2,3 de Sabóia. Pensada para o público infanto-juvenil, parte de um conjunto de notícias seleccionadas do jornal O Público, em diferentes rubricas - Destaque, Internacional, Cultura, Ciências, Sociedade, Desporto, Local –, entre em 2003 e primeiro semestre de 2004. Ano e meio revisto e desenhado por 20 ilustradores nacionais: Pedro Burgos, Richard Câmara, André Carrilho, Alain Corbel, Alberto Faria, João Fazenda, António Jorge Gonçalves, Luís Lázaro, Daniel Lima, Jorge Mateus, Marta Monteiro, Ágata Moreira, Pedro Nora, Edgar Raposo, Rui Ricardo, Patrícia Romão, André Ruivo, Cristina Sampaio, José Manuel Saraiva e Pedro Zamith. Exposição comissariada por Alice Geirinhas, existe um livro, editado pela Bedeteca de Lisboa, para os mais jovens que propõe uma série de actividades que levarão à descoberta do jornal enquanto veículo de comunicação com uma organização própria, além de propostas de trabalhos de ilustração e informações biográficas sobre os autores participantes, acompanhadas do respectivo auto-retrato.
09.05.2005
Coisas que ganham prémios...
A Bedeteca de Lisboa informa: o atelier Silva! Designers ganhou na categoria de design editorial/Catálogos, o Troféu de OURO do 7º Festival do Clube de Criativos com o catálogo e livro de actividades "Coisas que Acontecem", que acompanhou a exposição que Alice Geirinhas comissariou na última edição da Ilustração Portuguesa, e o Troféu de Bronze com o catálogo do "El Alma de Almada El Impar, Obra gráfica (1926-1931)" da exposição comissariada pelo João Paulo Cotrim e Luís Manuel Gaspar.
Um especial agradecimento aos 20 ilustradores que ilustraram as 20 notícias do nosso mundo: Pedro Nora, Ágata Moreira, André Carrilho, Richard Câmara, Pedro Zamith, Rui Ricardo, José Manuel Saraiva, Marta Monteiro, Alberto Faria, Cristina Sampaio, Jorge Mateus, Edgar Raposo, João Fazenda, Patrícia Romão, Pedro Burgos, Daniel Lima, André Ruivo, Luís Lázaro, António Jorge Gonçalves e Alain Corbel.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
Calendários
(https://tintinemportugal.blogspot.com/2020/08/calendario-tintin-da-livraria-bertrand.html)
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
Boas Festas 1946/1947
Esta imagem foi publicada originalmente como capa da revista "Tintin" nº 15 de 2 de janeiro de 1947. A mensagem principal é "Joyeuses Fêtes & Bonne Année" (Boas Festas e Feliz Ano Novo). A ilustração apresenta várias personagens da revista "Tintin" e os seus autores numa refeição festiva. O nome dos convidados está indicado na marcação de cada lugar.
Na imagem podemos ver Tintin, Capitão Haddock, Professor Girassol, Dupond e Dupont, bem como Nestor e Milou. Jocko está sentado no topo da mesa, perto de Jo (o rapaz) e Zette (a rapariga), que são os protagonistas da série "Joana, João e o macaco Simão" que estavam a aparecer na revista.
Hergé está no lado esquerdo da sala. E aparece também o Major Wings da "Estrela Misteriosa" que nos livros ainda não tinha nome. A partir de 1946, logo no primeiro número da revista "Tintin", é indicado que iria ter a página "Les Propos de Wings" alternando com a rubrica "Les Entreteniens du Capitaine Haddock". Antecedendo assim alguns dos cromos "Ver e Saber" dedicados aos navios e aviões.
Edgar P. Jacobs está na imagem assim como Blake e Mortimer. E Paul Cuvelier, criador de Corentin, está sentado ao lado da sua personagem. De "A Lenda dos Quatro Filhos de Aymon" (de Jacques Laudy e Jean-Luc) estão presentes Guichard, Allard e Renaud bem como o seu primo Maugis e o cavalo mágico Bayard (o cavalo na mesa). Jacques Laudy está desenhado perto do Capitão Haddock.
A primeira edição da revista "Tintin", edição belga, tinha sido lançada no dia 26 de setembro de 1946. Incluía histórias de Paul Cuvelier com "A Extraordinária Odisseia de Corentin Feldoë" (Corentin), Hergé com "O Templo do Sol" (Tintin), Jacques Laudy com "A Lenda dos Quatro Filhos de Aymon" e Edgar Pierre Jacobs com "O Segredo do Espadão" (Blake e Mortimer).
É interessante a apresentação do bolo com as figuras de Tintin e com o ano de 1947 no topo.
Personagens e autores presentes na imagem:
Nestor
Jocko
Blake
Zette
Jo
Maugis
Paul Cuvelier
Corentin
Dupont
Jacques Laudy
Capitão Haddock
Tintin
Milou
Guichard
Allard
cavalo Bayard
Hergé
Mortimer
Renaud
Dupond
Tournesol
Edgar P. Jacobs
terça-feira, 9 de dezembro de 2025
Revista Tintin
Data de Publicação: 3 de janeiro de 1970.
A PARTIR DO PRÓXIMO NÚMERO:
28 PÁGINAS POR 7$50 MAS 28 PÁGINAS A 4 CORES E AINDA O SUPLEMENTO DE 4 PÁGINAS !!!
TINTINZINHOS:
Acabou por se dar o inevitável. Lutámos todos, durante ano e meio, para que a revista se pudesse manter ao preço de 5$00. Infelizmente, a crescente subida de preços e os encargos cada vez maiores de que se rodeia o nosso TINTIN exigem que o preço seja aumentado, a exemplo do que aconteceu recentemente com os jornais diários. A valorização da revista, com o suplemento de quatro páginas, ainda veio agravar a situação, embora nos mantivéssemos durante um certo período, ao preço de 5$00.
Assim, a partir do próximo número, o TINTIN será vendido por 7$50, verificando-se, entretanto, outra forma de valorização da revista: as páginas 2 e 27 serão a quatro cores, também com histórias aos quadradinhos, o que significa passar o TINTIN a contar com (além do suplemento) vinte e oito páginas totalmente a quatro cores, o que materializa um sonho nosso (e de muitos tintinzinhos) acalentado desde o primeiro número da revista.











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