terça-feira, 30 de março de 2021

O Lótus Azul


O Lótus Azul

Tintim na China

HERGÉ – AS AVENTURAS DE TINTIM – O LÓTUS AZUL

«Tintim, que em Os Charutos do Faraó se viu envolvido num caso de tráfico de droga, vai agora perseguir os traficantes até à China. Aí conhece Tchang, um jovem chinês com quem selará uma amizade para toda a vida.   A partir desta aventura, cuja primeira versão em livro data de 1936, nota-se a grande importância que Hergé passa a dispensar ao argumento e à veracidade da documentação de que se serve para apoiar a narrativa. É patente a preocupação em desfazer as ideias preconcebidas que os Europeus tinham da China e a condenação da política expansionista do Japão daquela época.» 

Paulatinamente, a Difusão Verbo, vem dando oportunidade ao leitor português de conhecer as aventuras de TINTIN, que foram divulgadas em Portugal no passado, inicialmente pelos jornais infantis de altura como O Papagaio, e mais tarde pela Livraria Bertrand através do saudoso semanário "Tintin", onde foram publicadas as grandes aventuras produzidas e divulgadas pela editora Casterman.

Em álbum, até há bem pouco, apenas a editora Record do Brasil detinha os direitos para a língua portuguesa, onde a tradução brasileira foi agora revista, surgindo as edições portuguesas, no caso, impressas na Bélgica, com muito melhor qualidade, pois os álbuns da Record tinham uma encadernação péssima onde facilmente as folhas descolavam.

O LÓTUS AZUL, não será das mais emblemáticas aventuras do repórter Tintin, onde se sente a ausência do Capitão Haddock, e de outros personagens que, com o desenvolvimento da série, se tornariam imprescindíveis em cada aventura.

FG, Algarve Região, 08/12/1994

sexta-feira, 26 de março de 2021

quinta-feira, 11 de março de 2021

A cidade da BD recomenda


André Carrilho, Nuno Saraiva, Luís Louro, José Ruy, Joana Afonso e Marta Teives foram os autores portugueses convidados pela Câmara Municipal da Amadora para ilustrar medidas de prevenção do contágio pelo vírus COVID-19, através da banda desenhada, uma iniciativa da autarquia, dinamizada pelo Festival Amadora BD.

A Cidade da BD desafiou cada um dos autores a criar uma ilustração original para vários outdoors espalhados pelo concelho, baseada numa recomendação da DGS. Esta iniciativa pretende reforçar a saúde pública, a constante sensibilização da comunidade local e a presença da banda desenhada nos espaços públicos do Município da Amadora.

A cada um dos autores foi atribuída uma recomendação da DGS relativamente à prevenção do contágio pelo vírus Covid-19. André Carrilho aborda o uso obrigatório da máscara comunitária. Nuno Saraiva trabalha o distanciamento social. Joana Afonso recomenda evitar tocar nos olhos, na boca e no nariz. Luís Louro recorda a necessidade de serem evitados aglomerados de pessoas e deixa um repto “Não seja um Covidiota”. Marta Teives reforça a lavagem das mãos como prática indispensável. Por fim, o Mestre José Ruy recorre aos emblemáticos personagens de António Cardoso Lopes Júnior, Zé Pacóvio e Grilinho, para exemplificar a etiqueta respiratória.

Este projeto insere-se na programação do Festival Amadora BD para 2020, que inclui um conjunto de sessões para transmissão nos canais digitais, nomeadamente conversas com autores de banda desenhada e sessões de lançamento de livros. Paralelamente, prevêem-se duas exposições para a Bedeteca da cidade, com inauguração a partir do dia 22 de outubro, e o lançamento de um filme documental sobre os 30 anos do Festival.

Milu aparece no cartaz assinado por Nuno Saraiva.