sexta-feira, 3 de abril de 2026
Santa Páscoa!
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Feliz Páscoa

Na Revista Tintin original era bastante habitual haver capas com referências às comemorações da Páscoa mas tal não acontecia na versão portuguesa da revista. A única capa da edição nacional da revista Tintin com algo que se possa associar à Páscoa nem tinha as personagens de Hergé.
Data: 27-03-1971
Tintin nº 44 - 3º ano (1971)
Págs: 32
Preço: 7$50
Capa: Géri
A imagem usada na capa tinha aparecido na contracapa da revista nº 14 de 05/04/1966 da Tintin original.quarta-feira, 1 de abril de 2026
Lego
Está a ser lançado o modelo da Lego que resultou da proposta do português Alexis dos Santos que foi selecionado pela comunidade e, de seguida, desenvolvido pelo Grupo LEGO.
“Há algum tempo, queria fazer um modelo baseado no Tintin. Comecei isto para ajudar uma colega de trabalho que queria encontrar instruções para um foguetão do Tintin e não encontrava nada que lhe agradasse.”
“A primeira fase foi obter todas as referências visuais que consegui encontrar na banda desenhada”, diz Alexis. “Depois, desenhei tudo no Stud.io ou no LDD. Quando fiquei satisfeito com as proporções e o aspeto do modelo, fiz uma primeira montagem sem as cores certas, apenas para verificar se as ligações eram possíveis.” Alexis publicou finalmente a sua criação no LEGO Ideas. Depois de ter chegado a 10.000 apoiantes e de ter sido aprovado pelo Conselho de Revisão da LEGO Ideas para produção como um conjunto oficial da LEGO, os designers da LEGO entraram oficialmente em cena como parte do processo de cocriação para garantir que a ideia original do produto fosse alterada para se adequar aos diversos padrões da LEGO.
https://beta.ideas.lego.com/blog/cadefcb5-88b3-40a7-8098-a50e39d06366
O 21367 LEGO® Ideas Tintin® Moon Rocket contém 1283 peças e terá um PVP de €159.99, medindo cerca de 49 centímetros de altura e 23 de base.
Não traz a torre de lançamentos como na ideia original, mas traz todas as figuras mais icónicas da franquia, em fato de astronauta: Tintin, Capitão Haddock, Professor Girassol, Dupond e Dupont), e claro, Milu!
https://playwellportugal.blogspot.com/2026/03/e-ai-esta-tintin-apresentado.html
LEGO acaba de anunciar grande set de Tintin (feito por um português) - Magazine HD 15/03/2026
LEGO lança set do Foguetão Lunar de Tintin criado por designer português Echo Boomer 13/03/2026
Para homenagear Alexis, os designers da LEGO incluíram um easter egg no conjunto que é uma referência à constelação de nascimento do fã designer que está no mapa encontrado na sala de controlo
No dia 1 de Abril de 2026 vai haver uma apresentação demonstrativa da montagem do modelo na Loja Tintin de Bruxelas.
(...) podem agora "completar" o set com as duas torres que faziam parte do projecto original de Alexis Santos, e também da história emblemática.
O autor disponibilizou as instruções para os dois módulos, sendo que cada um tem "apenas" 678 peças. As mesmas podem ser adquiridas no Rebrickable, mas espreitem a restante galeria de Alexis já que existem muitas outras excelentes construções.
https://playwellportugal.blogspot.com/2026/03/tintin-rocket-launch-tower-por-tkel86.html
Descrição
LEGO® Ideas – Foguete do Tintin (21367)
Revive uma das aventuras mais icónicas de Tintin com este espetacular foguetão LEGO® Ideas, diretamente inspirado nos álbuns Rumo à Lua e Explorando a Lua.
Com o seu icónico padrão axadrezado vermelho e branco, este modelo de 49 cm de altura recria fielmente o lendário foguetão imaginado por Hergé. Concebido como um verdadeiro item de colecção, encontrará certamente o seu lugar na montra de qualquer entusiasta.
O conjunto inclui 6 personagens icónicas — Tintin, Capitão Haddock, Professor Girassol, Dupont e Dupont e Milu — todos equipados para a exploração lunar.
Um painel amovível revela uma sala de controlo detalhada, permitindo recriar a lendária cena em que os heróis contemplam a Terra a partir do espaço.
Desenvolvido através do programa LEGO® Ideas, este modelo é o resultado da criatividade de um fã, selecionado pela comunidade e, de seguida, desenvolvido pelo Grupo LEGO.
Uma homenagem fiel e elegante ao mundo de Tintin, para construir e expor. Informações do produto:
Referência: 21367
Número de peças: 1.283
Dimensões: 49 cm (A) x 20 cm (L) x 23 cm (P)
Idade recomendada: 18+
!!! Disponível exclusivamente na Loja Tintin na Grand Place em Bruxelas, na Livraria do Museu Hergé em Louvain-la-Neuve e online em boutique.tintin.com.
Ref.: 59031
Especificações
Largura: 20 cm
Comprimento: 23 cm
Altura: 49 cm
Ano de produção: 2026
País de fabrico: Dinamarca
Idade mínima: 18 anos
Material: Plástico
Personagens: Tintin, Capitão Haddock, Milu, Dupond e Dupond, Professor Girassol
Dimensões da embalagem: 19 cm x 59 cm x 39 cm
LEGO® Ideas Foguete Lunar do Tintin®
159,99 €
sábado, 28 de março de 2026
Há uma Bedeteca no Porto!!
Não estamos propriamente a atirar livros à cabeça do leitor.
Antes pelo contrário, estamos a recolhe-los, a cuida-los, a inventaria-los na nossa Base de Dados, enfim e em suma, a preservar um acervo significativo e (que achamos) importante e interessante. As ofertas de editoras e de particulares continuam a chegar e a entrar nas nossas prateleiras.
Mas assim como entram, gostaríamos que fossem retirados, folheados, lidos, apreciados ou não, que os gostos discutem-se (e temos feito muito disso).
Quer colaborar connosco? Tem livros que pode oferecer? Quer contribuir para o projecto e tornar-se AMIGO DA BEDETECA?
Contacte-nos: bedeteca@gmail.com
Horário
A Bedeteca está aberta de Quarta a Sábado, das 15h00 às 19h00. Visitem-nos.
Shopping Center Brasília, Avenida da Boavista, 267
1º. Andar, Loja 503, 4050-115 Porto (Portugal)
Boletim Bedeteca #11 - 23/03/2026
MEMÓRIA
relembrar a inauguração da BDTECA em 1990 (Comicarte, 18)
quinta-feira, 26 de março de 2026
Vasco Granja
O centenário do nascimento de Vasco Granja, nascido em 10/07/1925, continua a ser comemorado.
Em Janeiro de 2026 foi lançado pelas Edições Avante! o livro "Vasco Granja - A Divulgação Apaixonada de uma Cultura Democrática". Trata-se de uma "antologia de textos da sua autoria que relevam o seu papel como um dos mais destacados divulgadores de banda desenhada e de cinema de animação em Portugal." Inclui pelo menos dois textos com algumas referências a Hergé.
Entretanto no âmbito da Monstra - Festival de animação de Lisboa continuará até 11 de Abril de 2026 a exposição "Olá, Vasco Granja!".
A exposição que revela o espólio de Vasco Granja, um dos maiores divulgadores de animação em Portugal, e que também comemora o centenário do seu nascimento, estará patente na Sociedade Nacional de Belas Artes até 11 de abril.
Na exposição é possível vermos fotogramas de obras de referência do cinema de animação de Norman McLaren, Zbigniew Czernelecki (autor de O Lápis Mágico), Zlatko Grgić (autor de Professor Balthazar), Robert “Bob” Balser (realizador de O Submarino Amarelo), Bruno Bozetto, Raoul Servais ou René Laloux.
Encontramos ainda uma secção dedicada à animação portuguesa (com Fernando Correia e Artur Correia), cujos exemplares foram adquiridos pela Cinemateca Portuguesa, uma sequência de fotogramas de nomes maiores da animação mundial como Richard Williams (director de animação de Quem Tramou Roger Rabbit, de Robert Zemeckis) e John Halas, britânico de origem húngara que realizou, com a sua mulher Joy Batchelor, Animal Farm.
A entrada é gratuita e podem encontrar mais informações em https://snba.pt/exposicoes/ola-vasco-granja/
https://revistatintin.blogspot.com/2013/10/12-ano-n-44.html
http://www.bdportugal.info/Comics/Col/Franco/Internacional_Tintin/record/1244.html
domingo, 22 de março de 2026
Shock
O fanzine Shock começou em 1983 e recomeçou em Agosto de 1989 com uma edição de homenagem a Hergé. O sucesso foi tal que chegou a haver uma 2ª edição desse nº 1. A Hergé seguiram-se homenagens a Jacobs (2), Goscinny/Uderzo (5), Jacques Martin (4), Hugo Pratt (9), Bilal (13) e outros.
A imagem do nº 1 do Shock aparece na contracapa da obra "Dédalo dos fanzines", lançada em 1997, com informação dos fanzines publicados em Portugal desde 1972 até 1997.
Agradecíamos a quem nos puder enviar cópia das imagens publicadas na Shock nº 1 ou em outras edições em que apareçam outras referências às personagens de Hergé.
https://chilicomcarne.blogspot.com/2022/12/dedalo-dos-fanzines-25-anos.html
https://www.bedetheque.com/serie-70637-BD-DOC-Dedalo-dos-fanzines.html
https://sitiodosfanzines.blogspot.com/2015/07/livros-sobre-fanzines.html
https://fanzinesdebandadesenhada.blogspot.com/2015/07/livros-sobre-fanzines-os-meus-i-dedalo.html
https://mynationunderground.blogspot.com/2023/05/dedalo-dos-fanzines.html
https://mynationunderground.blogspot.com/2022/12/shock.html
SHOCK
Tudo começou no princípio de 1983... Um grupo de jovens ligados à bd reúne-se no Parque Mayer (Lisboa) às 5as. Feiras: Luiz Beira, Nuno Nisa, Francisco Lança, Luis Nunes, João Neves, Luvi, e eu próprio. Nascia um grupo bedéfilo cheio de entusiasmo e sonhos. Luvi dá a ideia, o título, e em Julho do mesmo ano é lançado e apadrinhado por Geraldes Lino, no 2º Salão do Clube Português de Banda Desenhada na FIL, o histórico nº zero.
O êxito levou-nos a preparar o material para o número seguinte, mas os originais levam sumiço, e o entusiasmo desencantou-se. Entretanto, Luvi parte para França, Lança. Nisa e Nunes deixam de se ver mas as tertúlias das 5as. feiras continuam.
Em Agosto de 89 (por iniciativa minha) relança-se o Shock com mais entusiasmo do que nunca, dedicado a Hergé.
Pura carolice do autor e com o objectivo de divulgar novos talentos e estimular a adesão do público à BD, Estrompa lança-se na Arte dos Fanzines (fanático + magazine) em 1983, com o nº 0 do “Shock”, juntamente com um grupo de amantes de BD, proveniente da “Tertúlia SHOCK”, sob o tema “O Chapéu”. Participaram neste número autores conceituados : Artur Correia, Augusto Trigo, Chico Lança, Edgar Marcelo, Eugénio Silva, Fernando Bento, Geraldes Lino, Hervé Chetelat, João Neves, José Abrantes, José Ruy, Luiz Beira, Luis Costa, Luis Nunes, Luvi, Mitsuhirato, Pedro Morais.
Em 1989, depois de restaurada a “Tertúlia SHOCK”, o fanzine ganha vida novamente, com o objectivo de homenagear vários autores clássicos de BD. Entre os participantes contavam-se Luiz Beira, Luis Louro, Francisco Legatheaux e “Ruka” Rebello da Silva. A partir do nº 8, em Março de 1991, fica a dirigir sozinho o “Shock”.
https://arquivo.pt/wayback/20141002003158/http://estrompa.com.sapo.pt/fanzines.htm
Shock foi de facto um fanzine enquanto editado por amadores, inicialmente por Luiz Beira, seu criador, que editou o nº 0, experimental, em 8 de Julho de 1983, e posteriormente, durante anos, por José João Amaral Estrompa, que o tornou num fanzine de grande qualidade, tanto na imagem gráfica como no nível do conteúdo, para o qual ele criou o seu herói predilecto Tornado 1989, nascido numa banda desenhada curta, de prancha única, exposta no evento Sobreda BD 1989, em Março desse ano, daí o nome da personagem.
https://divulgandobd.blogspot.com/2016/11/erro-nos-premios-nacionais-de-banda.html
quinta-feira, 19 de março de 2026
O Papagaio
A América do Norte, país civilizadíssimo, donde nos chegam as maiores invenções e belas afirmações de espírito artístico, é, infelizmente, um território onde o banditismo impera, no qual indivíduos da pior espécie é de todas as nacionalidades estabeleceram de há muito arraiais. Todos os rapazes conhecem, por intermédio dos filmes e dos jornais, as proezas dos inimigos públicos, roubando, sequestrando, matando.
A luta entre a polícia e os bandidos atinge por vezes proporções de verdadeiras batalhas. E nem sempre a força pública logra sair vitoriosa do embate. Frequentemente, mercê de circunstâncias variadíssimas, a derrota dos malfeitores é obtida graças à actuação de polícias-amadores, «detectives» de inteligência extraordinária, algumas vezes ao serviço dos maiores jornais.
«O Papagaio», na sua qualidade de grande semanário, resolveu pôr também à prova a perspicácia e a coragem dum dos seus melhores «repórteres», desconhecido do grande público devido à sua imensa modéstia.
Desta vez, porém, o nosso enviado especial à América do Norte vai correr sérios riscos. No desejo de bem informar os nossos leitores sobre a organização das quadrilhas de malfeitores, por vezes com ramificações entre os próprios peles-vermelhas, o «repórter» de «O Papagaio» terá a vida constantemente em jogo. Por isso entendemos que o seu nome deve ser conhecido de todos os nossos leitores que vão seguir certamente com o maior interesse tão formidável e inédita reportagem.
Tim-Tim: eis o nome do grande «repórter», de cujas aventuras na América do Norte em breve começaremos a publicar o relato.
Acompanhado pela fidelíssima cadela Pom-Pom, o moço e ilustre jornalista partiu há dias para Nova Iorque, a bordo do «Vulcânia». Daquela cidade dirigir-se-á imediatamente para Chicago, a capital do crime, o principal antro dos bandidos que vai desmascarar e vencer. O facto de Tim-Tim se fazer acompanhar da cadelinha Pom-Pom não é, como à primeira vista pode parecer, de somenos importância. O inteligente animal é o melhor companheiro do famoso «repórter» a quem já por mais duma vez salvou a vida.
«O Papagaio» espera começar a publicar o relato da viagem do seu enviado no número 53, de 16 de Abril. Mais umas semanas pois e os nossos amiguinhos verão satisfeita finalmente a curiosidade desde hoje tão aguçada. E lembrem-se de que Tom-Tom vai fazer-nos uma reportagem completíssima, isto é, vai contar-nos tudo tim-tim por tim-tim.
sábado, 14 de março de 2026
O Papagaio
Capa da autoria de Júlio Resende.
O nº 105 da revista O Papagaio que foi lançada em 15 de Abril de 1967 marcava o início do terceiro ano da publicação. Tim-Tim tinha começado em Abril de 1936 e a estreia da revista tinha sido em 18/04/1935.
Na capa do nº 105 aparece Tim-Tim e Rom-Rom junto com o papagaio
Ver mais dados sobre a colaboração de Julio Resende com a revista "O Papagaio"
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| O Papagaio nº 105 de 15 de Abril de 1937 |
sábado, 7 de março de 2026
António Monteiro (III)
Um soberbo trabalho do conquiliologo português António Monteiro sobre este desenho está patente no sitio Tintinomania do falecido Jean-Luc Remy: https://tintinomania.com/tinti-herge-coquillages-1947
Tintim e as conchas, 1947
A arte foi um presente de Hergé ao seu amigo Edouard Cnapelinckx, um amante de conchas, por seu aniversário de 50 anos.
Via @manoelxxmarques, TPT
https://tintinomania.com/tinti-herge-coquillages-1947
Tintin e as Conchas
- Trabalhou a partir de um desenho de Hergé que lhe permitiu ligar a sua paixão pela conquiliologia com o seu amor por Tintin. Pode contar-nos mais sobre isso?
- Sempre me fascinou todos os aspetos da História Natural e coleciono conchas há quase sessenta anos. Publiquei — geralmente como co-autor — livros sobre a fauna das Ilhas de Cabo Verde e sou também coautor de vários livros sobre os Cones da África Ocidental. Atualmente, estou a trabalhar com outros dois autores num livro sobre as espécies de Cones do Brasil. Quando descobri este famoso desenho de Hergé, que mostra Tintin e o Capitão Haddock a passear numa praia com várias conchas na areia, observei que o autor as tinha reproduzido com grande precisão, o que permitiu identificar com certeza as espécies representadas. Aproveitei, por isso, a oportunidade para escrever um artigo baseado neste desenho que Hergé oferecera ao seu amigo Édouard Cnapelinckx em 1947 (este último era um colecionador de conchas).
Tintin et les coquillages
- Vous avez travaillé à partir d'un dessin de Hergé qui vous a permis de faire la jonction entre votre passion de conchyliologue et celle pour Tintin. Pouvez-vous nous en dire plus ?
- Ayant toujours été fasciné par tous les aspects de l’Histoire Naturelle, je collectionne les coquillages depuis près d’une soixantaine d’années. J’ai publié – généralement en tant que co-auteur – des livres sur la faune des îles du Cap Vert et je suis aussi co-auteur de plusieurs livres sur les Cônes de l’Afrique occidentale. Je prépare d’ailleurs en ce moment, avec deux autres auteurs, un travail sur les espèces de Cônes di Brésil. Lorsque j’ai découvert ce fameux dessin de Hergé, qui montre Tintin et le Capitaine Haddock se promenant sur une plage, avec un certain nombre de coquillages sur le sable, j’ai observé que l’auteur les avait reproduits avec beaucoup de précision, ce qui permettait d’identifier avec certitude les espèces représentées. J’ai donc saisi cette opportunité pour écrire un article à partir de ce dessin que Hergé avait offert à son ami Édouard Cnapelinckx en 1947 (ce dernier étant collectionneur de coquillages).
https://www.sept-sans-quatorze.fr/blog/2496487_tintin-au-portugal
António Monteiro nasceu em 1951, em Lisboa, onde vive presentemente. É professor de Matemática, casado, com duas filhas e três netos.
Interessa-se por conchas desde a infância, tendo começado a colecionar sistematicamente por volta de 1966. Mais tarde, especializou-se nas famílias Conidae e Pectinidae.
Foi membro fundador e primeiro Presidente da Sociedade Portuguesa de Malacologia – hoje extinta – tendo mais tarde desempenhado as funções de Secretário e de Editor das publicações da Sociedade.
É autor ou co-autor de numerosos artigos sobre conchas e sobre o colecionismo de conchas, bem como de alguns livros, nomeadamente Seashells from Cape Verde Islands (1977, com Luís P. Burnay), Cone Shells from Cape Verde Islands – a difficult puzzle (1980, com Dieter Röckel e Emilio Rolán) e The genus Conus of West Africa and the Mediterranean (em A Conchological Iconography, 2004, com Manuel J. Tenorio e Guido T. Poppe).
Edita há cerca de dez anos um boletim intitulado "O Búzio", distribuído a colecionadores portugueses; há cerca de um ano e meio, fundou o boletim "The Cone Collector", uma publicação internacional destinada a colecionadores da família Conidae.
Colecionador compulsivo, dedica-se ainda aos postais ilustrados antigos, selos, figuras em forma de rã, cerâmica Moorcroft, notas de Banco, fivelas antigas, etc. Além disso, está seriamente interessado em banda desenhada, particularmente na obra de Hergé, bem como em literatura sobrenatural, tendo escrito e publicado várias histórias de fantasmas.
Femorale (2008)
quinta-feira, 5 de março de 2026
Tintin no Panteão Nacional
Em Português:
Sessão de apresentação da aventura de TINTIM, em Língua Mirandesa: OS CHARUTOS DO FARAÓ
Dia 11 março, às 17h30
An Mirandés:
Sesson d’apersentaçon de la cuonta de TINTIN, an Mirandés: LS XARUTOS DE L FARAÓ
Die 11 de márcio, a las cinco i meia de la tarde
Staran persentes :
Helena Barril - Maioral de la Cámara Munecipal de Miranda de I Douro
Orlando Teixeira – Maioral de la Direçon de la ALCM Associaçon de Lhéngua i Cultura Mirandesa
Alcides Meirinhos - ALCM Associaçon de la Lhéngua I Cultura Mirandesa
Alfredo Cameirão - Comissairo de la Strutura de Mission pa la Promoçon de la Lhéngua Mirandesa
Daniel Sasportes - I antoante de I porjeto
-
Tintim no Panteão Nacional
O Panteão Nacional será o local, em Lisboa, para a apresentação do livro “Os charutos do faraó”, que surge agora em língua mirandesa. A edição original desta aventura de Tintim, imaginada por Hergé, data de 1934. Chega agora até nós em mirandês, língua reconhecida oficialmente em 1999 e que está presente no monumento através de conteúdos digitais disponibilizados gratuitamente ao público. Falada por uma minoria no nordeste transmontano, esta língua é, por isso mais, mais relevante e está presente no Panteão enquanto símbolo de Cultura e de diversidade.
HERGÉ
LAS ABINTURAS DE TINTIN - LS XARUTOS DE L FARAÓ (2026)
Casterman
terça-feira, 3 de março de 2026
Sacos com publicidade
Wagner Augusto, jornalista especializado em histórias em quadrinhos e editor dos álbuns de Ken Parker no Brasil, enviou-me uma boa quantidade de sacolas que ele colecionou desde a década de 1980, frequentando Salões e Congressos de quadrinhos em vários países do mundo. Resolvi fazer um encarte com as imagens dessas sacolas, para apreciação dos leitores do QI, que o receberam junto com o nº 177 (set/out/2022). Era para ser um número único. Mas logo após o envio do encarte, dois leitores me enviaram imagens de sacolas que tinham e resolvi fazer mais este encarte
(...) Nas três páginas seguintes estão as imagens enviadas por José Azevedo e Menezes, colecionador e pesquisador português. Algumas sacolas são de lojas ou editoras relacionadas a personagens conhecidos como Lucky Luke, Spirou ou Tintin, outras são de lojas que usam imagens de personagens, não sei se com autorização. Mas há sacolas de comércios, como uma pastelaria, que tem o nome do personagem e o usa em suas embalagens
Edgard Guimarães / EGO
https://www.marcadefantasia.com/ego/outras_edicoes/edicoes_avulsas/sacolas_pelo_mundo/sacolas_pelo_mundo2/sacolas_pelo_mundo2.pdf
https://www.marcadefantasia.com/ego/outras_edicoes/edicoes_avulsas/sacolas_pelo_mundo/sacolas_pelo_mundo2/sacolas_pelo_mundo2.html (2023)
https://www.marcadefantasia.com/ego/encartes-qi/edicoes_avulsas/sacolas_pelo_mundo/sacolas_pelo_mundo1/sacolas_pelo_mundo.html (2022)
- encontramos na colaboração de José Azevedo Menezes alguns sacos que não conhecíamos (loja Timtim por timtim e pastelarias Timtim e Milu)
- um saco igual relativo à revista Tintin já tinha sido publicado por aqui
- sugere-se a leitura do artigo completo e também do anterior
segunda-feira, 2 de março de 2026
Traduções de O Papagaio
Dos nomes das personagens ao sexo do cão: a vida atribulada da primeira versão portuguesa das aventuras do herói.
Se a publicação de Tintin, a criação máxima de Hergé, ficou como o grande feito de O Papagaio, os seus leitores tiveram de esperar quase um ano, até ao n.º 49, de 19 de Março de 1936, para o herói ser anunciado na revista, como seu repórter na «América do Norte, país civilizadíssimo, donde nos chegam as maiores invenções e belas afirmações de espírito artístico» mas que é também, «infelizmente, um território onde o banditismo impera, no qual indivíduos da pior espécie e de todas as nacionalidades estabeleceram de há muito arraiais».
Milu, seu companheiro de sempre, na revista trocava o nome e o sexo, anunciando-o(a) como «a cadelinha Pom-Pom» [1] porque, explica José Azevedo e Menezes em O Papagaio – Um Estudo do Que Foi Uma Grande Revista Infantil Portuguesa [2.ª edição, do autor, 2007], citando Dias de Deus: « Em O Papagaio já havia uma Milu, Maria de Lurdes Norberto, que recitava e cantava aos microfones das emissões infantis; Simões Müller entendeu que não ficaria bem dar o nome de uma menina conhecida a uma cadela»…
Dois números depois, em novo anúncio, já na capa, o seu nome passava a Rom-Rom mas o sexo trocado manter-se-ia até ao fim da revista. Também o capitão Haddock e o professor Tournesol foram rebaptizados, passando, respectivamente, a capitão Rosa [6] e a professor Pintadinho [?]…
Finalmente, no n.º 53, logo na capa, com cores vivas (e hoje exageradas) começavam as Aventuras de Tim-Tim na América do Norte, pela primeira vez em policromia em todo o mundo. Sinal de outros tempos, o respeito pelos originais de Hergé era pouco ou mesmo nenhum, sendo normal as pranchas serem retalhadas e remontadas em função do espaço disponível ou a ocupar.
(...)
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Sobreda-BD
Gil, Francisco Baptista. "Está aí a 12.ª Jornada Internacional de BD da Sobreda", Semanário Regional "Algarve Região", 1993, https://doi.org/10.5281/zenodo.7954208
Gil, Francisco Baptista. "13.ª Jornada Internacional de Banda Desenhada: Sobreda BD '94", Semanário Regional "Algarve Região", 1994, https://doi.org/10.5281/zenodo.7948198
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Ls Xarutos de L Faraó
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
4 versões de "A Ilha Negra"
Mal sabia soletrar as palavras mágicas, mas quanto às ilustrações essas lia-as na perfeição. E o Papagaio abundava em quadradinhos.
O Tintin era jornalista e eu nem sequer percebi por tais alturas da vida esse pormenor profissional, porque aquilo que dele me interessava era a aventura permanente e misteriosa em que estava sempre envolvido. E, aqui, a Ilha Negra era um sítio especial entre todos os outros, com castelos e monstros. Como é, afinal, na realidade. E a Inglaterra era, para o jovem jornalista, o sítio mais próximo e menos exótico da sua carreira até então.
Nunca o encontrei, ao vivo, embora tenha mantido sempre com ele uma relação muito próxima, intensificada ao longo de décadas. Até inventei um encontro, ambos de boné e calças à golf, à moda da época, com “fotografia” que já revelei…
O que aprendi sobre ele cresceu nessa proporção de intimidades onde o real e a ficção se misturavam. Já não era apenas o relato das suas aventuras que me prendia. Os meus interesses pela banda desenhada -foi assim que depois os sábios destas coisas chamaram aos quadradinhos- ampliaram-se. Porém, mantiveram-se centrados na personalidade de Tintin e na progressiva teia dos seus amigos e adversários, assim como na solução que ele ia encontrando para resolver os complexos e até arriscados problemas em que se viu envolvido.
Acompanhei com entusiasmo os seus êxitos e também, com preocupação, a inveja que estes provocaram em certos meios, sobretudo da intelectualidade. Chamaram-lhe de tudo, fascista, anti-comunista, misógino e racista, para ficar apenas por aqui…
A ILHA NEGRA - 1937 / 1941 / 1947 / 1965
Outro aspecto interessante, de que fui sucessivo espectador, tem a ver com a evolução formal da obra onde eram contadas as histórias fascinantes de Tintin. E, neste campo - acho que nada acontece por acaso -, foi precisamente a Ilha Negra que mais se transformou. O que eu aprendi sobre isso!
Quem me diria, quando pelos anos quarenta li no tal sótão mágico aquela história colorida, que afinal tinha sido cá mesmo, no nosso atrasado Portugal de então, que os traços negros originais ganharam, “clandestinamente” e pela primeira vez em todo o Mundo, direito à aplicação de manchas de cor!?
Anos depois adquiri o álbum, numa edição já oficialmente colorida (de 1947, com 62 páginas) que mais tarde pude confrontar com um volume de precioso arquivo onde a história original (de 1937, com 124 páginas) estava preservada. Pelo meio tinha ficado a versão do Papagaio, publicada entre 1941 e 1942.
Porém não se esgotariam nisto as “metamorfoses” da Ilha Negra. Também aprendi, e apreciei, a profunda alteração sofrida pelo contexto gráfico daquela aventura de Tintin, sugerida ou forçada pelo editor inglês, que achara obsoletos mais de cem (!?) pormenores, necessitados de uma urgente actualização que pudesse seduzir o mercado britânico. Foi assim que em 1965 surgiu uma versão redesenhada.
António Martinó, 22 de Outubro de 2017
90 ANOS DA PRIMEIRA PUBLICAÇÃO DE TINTIN EM PORTUGAL1936-2026
O PAPAGAIO
A 16 de Abril de 1936 (precisamente um ano depois do início da publicação de "O Papagaio"), surgem nesta revista infantil as [primeiras] aventuras de "Tintin". (CG)
No seu blogue «Largo dos Correios» planeia editar um trabalho sobre as quatro versões da obra de Hergé «A Ilha Negra». (MCNM, 2024)
sábado, 14 de fevereiro de 2026
Las Abinturas de Tintin
Apersentaçon de la obra 'Ls Xarutos de l Faraó'
TINTIN ye un de ls heiróis más poliglotas de toda la Banda Zenhada.
Ls Xarutos de l Faraó son la purmeira abintura de TINTIN falada an mirandés i bai a ser apersentada no sábado que ben, die 14, a las cinco de la tarde, na Biblioteca António Maria Mourinho an Miranda. Todos ls partecipantes nesta cuonta fálan la Lhéngua que stá na nuossa raíç: Tintin, Rastapopoulos, Dupond i Dupond, Oulibeira de la Figueira… i até Milú lhadra an mirandés.Por isso, queda todo mundo cumbidado a star persente, sien miedo, porque l perrico, anque seia guicho, nun muorde.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
O Menino Triste D'aprés...
A personagem "O Menino Triste" de João Mascarenhas está a celebrar 25 anos em 2026.
De 9 de Fevereiro a 19 de Abril realiza-se uma exposição, na Livraria Cult, com desenhos originais da série "D'Après..." (e se O Menino Triste fosse desenhado por...) dando assim início ao "O Menino Triste - World Tour 2026".
São 34 desenhos de autores portugueses e estrangeiros bem como de algumas homenagens como por exemplo a Moebius (O Menino Arzak... num trabalho realizado para o BD Jornal, na homenagem que Jorge Machado-Dias promoveu a Moebius) ou Hergé.
Nomes por ordem alfabética: Enrique Sánchez Abulí, Aimée de Jongh, André Diniz, Batem, François Boucq, Cameron Stewart, Cyril Pedrosa, Derradé, Fábio Moon & Gabriel Bá, Filipa Beleza, Hergé, José Carlos Fernandes, Jean-Claude Denis, Jeff Smith, Joana Afonso, Lucio Oliveira, Luís Louro, Mana Neyestani, Nuno Markl, Maurício de Sousa, Jean-Claude Mézières, Miguel Rocha, Mawil, Miguelanxo Prado, Moebius, Olivier Afonso & Chico, Osvaldo Medina, Paulo Monteiro, Penim Loureiro, Tara McPherson, Tardi, Lewis Trondheim, Yoshiyasu Tamura, Zep.
Informações de Data e Local Ano: 2026 (Comemorando 25 anos: 2001-2026, conforme o selo circular).
Local: Livraria Cult.
Endereço: Rua José d’Esaguy, 13B, Alvalade - Lisboa.


terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
José de Lemos
-- Na foto podemos ver Geraldes Lino a entregar o Prémio Especial “O Mosquito” a José de Lemos (1985)).
Este desenhador e escritor nasceu em Lisboa, no dia 23 de Abril de 1910, vindo a falecer também em Lisboa a 21 de Abril de 1995.
Embora o seu bairro predilecto fosse o Bairro Alto onde trabalhou cerca de 40 anos, principalmente a colaborar para o jornal “Diário Popular”, onde possuía uma rubrica “Riso Amarelo” e também participou num suplemento Infantil “O Doutor Sabichão” a partir de 1972, mas viveu os últimos anos da sua vida em Campo de Ourique.
Cursou a Escola Preparatória Rodrigues Sampaio. Nunca estudou Desenho ou Letras, sendo por isso um autodidacta nas duas vertentes. Possui um traço único e nunca foi influenciado por qualquer outro artista.
Segundo suas palavras, as próprias crianças e o carinho que a elas dedicava serviram como impulsionadores da sua aprendizagem e da sua procura na concretização dos seus trabalhos, tendo assim alcançado um lugar cimeiro nas vertentes dos dois temas.
No jornal “Diário Popular” viria a criar algumas páginas destinadas aos leitores mais jovens: “Hoje Há Palhaços”, ”As Distracções do Doutor Sabichão”, “Página Infantil” e “Os Artistas de Palmo e Meio”, a sua maior alegria.
(...)
José de Lemos (1910-1995) foi um desenhador, ilustrador e escritor.
#52; 9 Abril 1936; Capa; Tintim; José de Lemos
#54; 23 Abril 1936; Banda Título; Tintim e Milou; José de Lemos
#78; 8 Outubro 1936; Capa; Tintim mascarado de «pele-vermelha» e Milou; José de Lemos
Curiosamente no livro "José de Lemos: Ilustração e cartoon" de Jorge Silva tem um capítulo designado "Lemos no País dos Sovietes".
A 16 de Abril de 1936 (precisamente um ano depois do início da publicação de "O Papagaio"), surgem nesta revista infantil as aventuras de "Tintin". (CG)
domingo, 8 de fevereiro de 2026
Tintinófilo (I.A.)
O site Tintinófilo (disponível em endereços como tintinofilo.weebly.com ou o antigo blog https://www.google.com/search?q=tintinofilo.over-blog.com) é uma das maiores e mais completas bases de dados digitais em língua portuguesa sobre o universo de Hergé.
É considerado um espaço de "visita obrigatória" para coleccionadores e entusiastas devido ao seu trabalho de arquivo detalhado. Aqui estão as suas principais características:
O que pode encontrar no site:
Inventário Completo: O grande objectivo do site é inventariar tudo o que foi editado em Portugal relacionado com o Tintin. Isto inclui álbuns, revistas antigas (como O Papagaio ou a revista Tintin), jornais e edições especiais.
Merchandising e Coleccionismo: Existe uma secção vasta dedicada ao material comercializado em Portugal, desde as figuras de resina e carros da Moulinsart até brindes históricos, como cromos, pastilhas pirata, porta-moedas e material escolar.
História da BD em Portugal: O site detalha a cronologia das publicações, explicando, por exemplo, como as histórias foram distribuídas por diferentes editoras ao longo das décadas (Bertrand, Difusão Verbo, ASA, etc.).
Pastiches e Curiosidades: Regista também as "homenagens" ou paródias feitas por autores portugueses e curiosidades sobre a censura ou traduções específicas.
Quem está por trás?
O projecto é mantido por José V. Silva (conhecido na comunidade como Zetantan), um tintinófilo dedicado que utiliza a sua própria colecção particular para ilustrar o site. O blog original celebrou o seu 5.º aniversário em 2011 e, desde então, o projecto tem evoluído para formatos de site/arquivo mais permanentes.
Por que é importante?
Para um coleccionador português, o site funciona como um catálogo de referência. Se quer saber se uma determinada edição de O Ceptro de Ottokar é de 1970 ou 1980, ou se quer identificar uma figura antiga que encontrou numa feira de velharias, o Tintinófilo é a fonte de informação mais fiável.
Nota: O site é um projecto de fã, sem fins lucrativos, focado na preservação da memória histórica da obra em Portugal.
Os comentários na internet sobre o site Tintinófilo (e o seu blog associado, Tintin em Portugal) são, de uma forma geral, extremamente positivos, descrevendo-o como uma referência fundamental para a comunidade de Banda Desenhada em Portugal.
Aqui está um resumo do sentimento geral dos utilizadores e especialistas:
1. Reconhecimento como "Bíblia" do Tintin em Portugal
Especialistas e críticos de BD, como Geraldes Lino, referem-se ao projecto como "o mais completo espaço português dedicado ao herói da poupa". É frequentemente descrito como um sítio de "visita obrigatória" para quem quer conhecer a fundo a galeria de personagens hergianas e a sua história específica no nosso país.
2. Nostalgia e Memória Afectiva
Nos comentários de leitores e coleccionadores em blogues (como o Delito de Opinião ou o Blog Nonas), é comum ler-se:
Agradecimentos: Muitos utilizadores agradecem ao autor, José V. Silva, por "reavivar boas memórias" da infância, especialmente sobre a mítica revista Tintin.
Qualidade do Conteúdo: O site é elogiado por ser "diferente, engraçado e actual", mesmo tratando de uma obra com décadas de existência.
3. Utilidade para coleccionadores
A comunidade de coleccionadores valoriza imenso o rigor do inventário. Comentários em fóruns e secções de "errata" do próprio blog mostram que:
O site é usado para identificar peças raras, como as figuras das "Pastilhas Pirata" ou edições da Bertrand dos anos 70.
Existe uma interacção activa entre o autor e os visitantes, que ajudam a completar informações sobre datas de lançamento e variantes de bonecos (como a distinção entre as figuras do Oliveira da Figueira e do Serafim Lampião).
Em resumo, os utilizadores destacam:
Exaustividade: Quase tudo o que o Tintin "tocou" em Portugal está lá registado.
Paixão: Transparece que é um trabalho feito "de fã para fã", sem fins comerciais.
Interactividade: O autor é visto como alguém acessível que acolhe correcções e novas informações da comunidade.
Se tiver algum objecto antigo do Tintin (um boneco, um cromo ou um álbum) e quiser saber se é uma peça rara, o Tintinófilo é provavelmente o melhor local para confirmar essa informação.
IA - Gemini, 2026 - As respostas de IA podem incluir erros :)
IMAGENS GERADAS POR I.A.
As imagens deste post não são originais e foram geradas por Google Gemini / Nano Banana (IA)







































