quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Tintim, um herói que corre mundo

Esteve em Moscovo e em Chicago, foi a África e à Lua, viajou para o Extremo-Oriente e percorreu os cumes andinos, deambulou por países imaginários com nomes estranhos. Foi imaginado como repórter que passa a vida a correr mundo e a viver aventuras que o imortalizaram.

É um herói de BD, o seu nome é Tintim e foi criado por Hergé.

É um jornalista quase desconhecido aquele que apanha o comboio em Bruxelas, certo dia de Janeiro de 1929, em direcção a Moscovo. Poucos se arriscariam a vaticinar que esta criatura, graficamente linear e narrativamente esquemática — Tintim —, se iria transformar no herói exemplar de aventuras ulteriores e figura fundadora da moderna banda desenhada europeia.

Os actos de criação têm, muitas vezes, explicações singelas. Numa carta enviada a um admirador, em Novembro de 1966, Hergé explica como tudo aconteceu: “A ‘ideia’ da personagem Tintim e do tipo de aventuras que ele ia viver ocorreu-me, creio, em cinco minutos, no momento de esboçar pela primeira vez a silhueta desse herói: isso quer dizer que ele não tinha habitado os meus verdes anos, nem mesmo em sonhos.”

E acrescenta: “É possível que eu me tenha imaginado, em criança, na pele de uma espécie de Tintim: nisso, mas apenas nisso, haveria uma cristalização de um sonho, sonho que é um pouco o de todas as crianças e não pertença em exclusivo do futuro Hergé.”

O herói é, pois, um repórter que nunca é visto a escrever qualquer notícia ou artigo. De facto, ele nasceu para correr mundo e viver as aventuras às quais deve, passados mais de 70 anos, a sua própria imortalidade. Tem a seu lado, e desde o primeiro instante, Milou, um cão inteligente e cúmplice de todas as aventuras, dotado de qualidades que estão muito para além da sua mera condição animal — realista, corajoso e preocupado com o seu conforto, mas também combativo e bastante guloso. E está rodeado por uma vastíssima lista de personagens, de onde se destaca o truculento Haddock, o distraído Tournesol, a inefável Castafiore e os indescritíveis Dupond e Dupont.

Depois de viajar para a União Soviética e denunciar as prepotências do “satânico” regime bolchevista, Tintim tem uma recepção apoteótica em Bruxelas. O êxito desta primeira aventura levá-lo-á em seguida ao Congo, à época uma colónia belga, e depois à América. E não mais pára, ao longo de outras duas dezenas de aventuras através do Médio e Extremo Oriente, Balcãs, América do Sul, Ásia e… Lua.

Ao longo dos anos e das aventuras, Tintim cresce e amadurece, ganhando uma espessura psicológica e ética que mal se detectava naquela primeira banda desenhada — que, aliás, Hergé nunca quis reformular, mantendo o registo original a preto e branco. O herói duro e mesmo cruel das primeiras pranchas dá lugar a um herói positivo e fraterno, sempre disponível para defender os fracos e combater a opressão e tirania sob todas as suas formas.

É esse percurso que os leitores são convidados a trilhar ao longo das próximas 24 semanas, comprando e coleccionando os álbuns de uma edição especial do PÚBLICO com as aventuras de Tintim. O primeiro, “Rumo à Lua”, com uma tiragem de 100 mil exemplares, será oferecido com o jornal da próxima sexta-feira, dia 19 de Setembro.

Tintim, um herói que corre mundo

Carlos Pessoa.  Público, 13 de Setembro de 2003

Copyright: © 2003 Público; Carlos Pessoa

https://arquivo.pt/wayback/20050701172548/http://www.bedeteca.com/index.php?pageID=recortes&recortesID=885

© 2002 Bedeteca de Lisboa

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Swatch

edicao-especial-de-abertura-da-loja-relogio-swatch-tintin-e-revista-tintin

Limited to 52 copies, each one has one of the numbers of Year I of the portuguese Tintin magazine.



relógios Swatch - Detalhes adicionais:

Nome: Les Aventures De Tintin Strap

Referência Swatch: AGM165

Categoria: Standard Gents Strap

Ano: 2004 Colecção Primavera/Verão

Ocasião: 75 years of Tintin

Tipo de bracelete: Bracelete de plástico

Largura da bracelete: 17.0 mm.

à prova de água: 30 Metros

Ano de projecto: 2003



Aquando do 80º Aniversário do Tintin, Rui Lagartinho realizou uma reportagem para a RTP. Ficámos também a saber que Paulo Almeida da Loja Jelly Fish (representante dos artigos Tintin e Swatch na Avenida de Roma em Lisboa) vai inaugurar uma loja no centro de Lisboa com 180 m2 dedicada ao merchandising tintinófilo,

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A nova loja Tintin em Lisboa

Abre hoje as portas a nova loja Tintin, que além da própria loja é um espaço de café. A loja situa-se na Avenida de Roma em Lisboa.

Paralelamente, o espaço tem uma página no Facebook no seguinte endereço: http://www.facebook.com/pages/Tintin-Lisboa/125101698583

Publié le 3 décembre 2009 par Zetantan

Espaço Tintin

Há um novo café na Avenida de Roma dedicado ao herói de BD criado por Hergé. Chama-se Espaço Tintin e por enquanto ainda é só café (durante o dia) e bar (à noite), mas até ao final do ano vai abrir mais um piso: a única loja oficial a vender produtos do Tintim em Lisboa.

Para já, está a funcionar a cafetaria, onde há saladas (uma delas foi baptizada com o nome do capitão Haddock), tostas, quiches, batidos e sumos naturais, scones, muffins e – mais por graça do que outra coisa – cervejas belgas. À noite também há mojitos, caipirinhas e em breve terão cocktails com saké.

Paulo Almeida, o proprietário, acha que faziam falta mais espaços na Avenida de Roma que devolvessem a esta zona o movimento que já teve mas nos últimos tempos tem vindo a perder. Este café do Tintin é, por isso, “uma mais-valia e espero que faça mais gente sair de casa e vir até cá”, diz o dono, que quis criar um espaço acolhedor, onde se pudesse conversar ou ler um livro (também há revistas e jornais para consulta) e a decoração fosse “uma mistura de coisas antigas e novas, porque o Tintin também é retro”.

Daí as mesas de madeira, as cadeiras todas diferentes e o mega candeeiro no tecto, estilo aranha de 16 patas com um projector em cada uma. Espalhadas pelo café há algumas referências discretas ao Tintin – quadros nas paredes, balões de BD desenhados atrás do balcão e, subindo os olhos até ao tecto, até se encontra uma miniatura do foguetão vermelho (inseparável da célebre frase “Objectif... lune!”).

O Espaço Tintin fica na Avenida de Roma, 39 A. Está aberto todos os dias: segunda a quinta das 08.30 às 23.00, sexta e sábado das 08.30 à 01.00, domingo das 14.00 às 19.00.

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

sábado, 7 de novembro de 2009

Amadora BD

Na última sexta-feira, dia 23 de Outubro, começou no Fórum Luís de Camões, na Brandoa, arredores de Lisboa, mais uma edição do Festival de Banda Desenhada da Amadora, o maior evento do género em Portugal e que este ano comemora 20 anos de actividade.

Infelizmente para a organização do Amadora BD (nova designação que, junto com o novo logótipo, mostram a preocupação de modernizar a imagem do Festival), as eleições autárquicas foram antes da data habitual do Festival e não deve ter sobrado muito dinheiro para comemorar condignamente esta data redonda, o que obrigou a cortes variados, do catálogo, bastante mais modesto do que em anos anteriores, à própria área de exposição e à zona comercial, com claro prejuizo para as pequenas editoras e lojas, encafuadas em stands com um metro de frente… Mas, mesmo com um orçamento bastante inferior ao dos anos anteriores, ainda foi possível reunir um conjunto bastante sólido de exposições, espalhadas por vários equipamentos culturais do concelho da Amadora, com destaque para o Fórum Luís de Camões, que acolhe pela terceira vez o núcleo central do Festival.

Tendo como tema aglutinador “O Grande Vigésimo” (um trocadilho, muito pouco conseguido com o título do jornal “Le Petit Vingtiéme”, onde Hergé criou o Tintin), a mostra principal, coordenada por Sara Figueiredo Costa, divide-se em quatro partes: “Almanaque”, que revisita os momentos marcantes dos últimos vinte anos do Festival; “Colecção CNBDI”, que recolhe originais de autores portugueses e estrangeiros que passaram pela Amadora; “Contemporaneidade portuguesa”, uma selecção feita por Pedro Moura de alguns dos (para ele) nomes mais importantes da BD que se faz actualmente; e “20 Anos de Concursos”, que demonstra como vários dos nomes consagrados da actual BD portuguesa, como José Carlos Fernandes, começaram nos concursos de BD da Amadora.

Tendo em conta a importância da efeméride que evoca, o resultado final desta mostra não é particularmente entusiasmante. Pode ser que o anunciado livro de Sara Figueiredo Costa sobre os 20 Anos da Amadora, me leve a mudar de opinião, mas até ao final do segundo fim-de-semana, o livro ainda não tinha saído, o que me faz temer que suceda o mesmo que com a Exposição das “100 Melhores BDs do Século XX, cujo catálogo, cinco anos depois da exposição, ainda não saiu…

(...)

Também os 50 anos de Astérix são evocados, mas apenas com uma exposição de coleccionismo que, embora relativamente pobre, contém algumas peças curiosas. Outra efeméride evocada nesta edição foi os 50 anos de carreira de Maurício de Souza, o criador da Turma da Mônica, que voltou a levar largas centenas de pessoas ao Fórum Luís de Camões, em busca de um autógrafo seu. Já Exposição que lhe foi dedicada e que mostrava aspectos menos conhecidos da sua obra, merecia uma cenografia mais cuidada, como a que tinha a espectacular mostra dedicada à Planeta Tangerina, a editora que publica os melhores livros infantis de autores portugueses.

(“20º Amadora BD” , de 23 de Outubro a 8 de Novembro de 2009, no Fórum Luís de Camões. Mais informações em www.amadorabd.com )

João Miguel Lameiras, Diário As Beiras, 31/10/2009

https://arquivo.pt/wayback/20091219000831/http://kuentro.weblog.com.pt/arquivo/2009_11.html

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

80 Por Uma Linha

Ainda a propósito dos 80 anos do Tintim, aqui fica esta BD em que o meu Jonas e o herói criado por Hergé se cruzam numa aventura ao jeito do teledisco de "Take on Me", dos noruegueses A-ha. Esta prancha pode ser encontrada numa publicação alusiva ao Tintim, com trabalhos de vários autores e da responsabilidade de Geraldes Lino.

Para ver em:


Cumprimentos


terça-feira, 20 de outubro de 2009

Herr' g 51.11 - um novo disco de Galarza

As ideias, "guardadas na gaveta" em 30 anos de carreira, saltam agora para disco. ‘herr g 51.11’ é o novo projecto de Ramon Galarza e junta músicos com quem o compositor foi trabalhando, caso dos Xutos & Pontapés, Rui Veloso ou Zé Nabo.

Resultado: um conjunto de "temas ambientais com influência do cinema, do qual sempre fui apreciador", contou o músico ao CM. Ao estilo de banda sonora de um "filme de suspense", ‘herr g 51.11’ é "um virar de página" na vida de Galarza: "Quero dedicar-me mais a projectos da minha autoria."

Quanto ao título do disco, a inspiração vem de Hergé, criador de ‘Tintin’, banda desenhada de que é fã. E 55.11 corresponde aos 55 anos e 11 meses do autor quando o disco sair, em Novembro. Com uma missão extra: metade dos lucros reverte para a Ajuda do Berço. Em 2010, o projecto fará uma digressão de dez concertos.

Correio da Manhã

sábado, 30 de maio de 2009

Museu Hergé


Banda desenhada

Museu Hergé abre no dia 2 de Junho

Concebido pelo Prémio Pritzker francês Christian de Portzamparc, vai dar a conhecer o homem, o autor, a sua obra e a sua vida.

Com dois anos de atraso sobre a data desejada, já que o centenário do nascimento do criador de Tintim se celebrou em 2007, o Museu Hergé (www.museeherge.com) foi apresentado na segunda-feira, em Louvain-la-Neuve, nos arredores de Bruxelas. Abre as portas ao público no próximo dia 2 de Junho.

Projectado pelo arquitecto francês Christian de Portzamparc (ver perfil), o museu foi prejudicado na sua construção devido às divergências entre a Fundação Hergé, impulsionadora do projecto, e a administração pública belga, que não conseguiram chegar a um acordo para a instalação da instituição em Bruxelas, a cidade natal de Georges Remi, aliás Hergé.

A primeira pedra do edifício foi finalmente colocada, a 21 de Maio de 2007, por Fanny Rodwell, segunda mulher do autor e presidente daquela fundação. Nos três andares e nove salas do museu (uma delas de exposições temporárias) em forma de prisma, com uma área de 3600 metros quadrados, os visitantes encontrarão cerca de 900 desenhos e pranchas originais de Hergé, objectos pessoais do autor, documentos e fotografias familiares. Assim poderão "penetrar no mundo de Hergé, descobrir a sua vida, o que amava, as suas viagens, os animais de que gostava, a sua paixão por carros e sobretudo "o homem multifacetado" que ele era, disse na conferência de imprensa Laurent de Froberville, o director do Museu Hergé.

Tintim, a criação maior de Hergé, "o artista do século XX", estará naturalmente "omnipresente", mas segundo aquele responsável, o museu quer ir "mais além de Tintim" para dar a conhecer "a obra de Hergé em toda a sua amplitude, que inclui muitas outras personagens, para além das suas criações como desenhador gráfico ou publicitário", e "submergir no seu processo criativo". Frisou Laurent de Froberville: "É um museu em honra de Hergé, em que falamos do autor, do homem, da sua vida, da sua obra", em todas as facetas.

Devido à fragilidade dos documentos expostos, as peças rodarão todos os quatro meses, evitando que se deteriorem e para que os visitantes descubram novas obras se voltarem a visitar o museu.

A proibição de reproduzir imagens da colecção e de tirar fotografias causou alguma controvérsia na cerimónia de apresentação do Museu Hergé aos media, o que levou alguns jornalistas presentes a protestar e a abandonar a conferência de imprensa.

O edifício, definido pelo jornalista Pascal Mallet, da AFP, como "um grande navio translúcido", foi concebido por Christian de Portzamparc como a recriação de "um mundo enfeitiçador", o de Hergé, "num grande barco encalhado à beira da floresta". Explicou o arquitecto sobre a claridade que predomina no museu : "Não gosto de labirintos obscuros."

O director disse que as estimativas apontam para que o Museu Hergé receba 200 mil visitantes por ano, mas Laurent de Froberville não ficará surpreendido se "a reputação de Hergé" atrair um número superior.

EURICO DE BARROS / DN, 27/05/2009

terça-feira, 19 de maio de 2009

As capas das Aventuras de Tintim

Questionário preparado por Francisco Sousa e que se baseava exclusivamente nas capas dos vinte e pouco álbuns das aventuras de Tintin, nas suas versões finais, com exclusão de Tintin aux pays des Soviets e do incompleto Alph-Art. 

A pontuação foi organizada de modo muito simples: cada resposta certa valia 1 ponto. Assim, se uma determinada resposta requeria a referência a cinco capas distintas, quem acertasse em todas teria 5 pontos, quem acertasse apenas em quatro teria 4 pontos, etc., não se descontando pontuação por respostas eventualmente erradas.

Quem quiser testar os seus conhecimentos que procure responder ás 35 perguntas sem consultar a colecção dos álbuns!

elaborado por Francisco Sousa - ADHP

Questionário:

 1) Qual a capa onde é disparada uma arma de fogo?

2) Quais as capas onde Tintin surge de costas?

3) Desde a sua chegada, Haddock só não marca presença em três capas. Quais?

4) Em que capas Tintin é visto a conduzir um veículo motorizado?

5) Quais são as capas em que Haddock aparece com o seu boné de marinheiro?

6) Quais as capas onde podem ser avistados corpos de água (rios e/ou mares)?

7) E desertos terrestres?

8) Se exceptuarmos Milou, em que capas podemos visualizar animais não racionais vivos?

9) Quem partilha com Tintin e Milou a capa de Vol 714 pour Sydney?

10) Que objectos substituem a letra O do título, na capa de Les Bijoux de la Castafiore?

11) Em que capas surgem veículos voadores?

12) Quais as capas onde se podem ver câmaras de filmar?

13) Quais são as capas onde os Dupondt marcam presença?

14) Em que capas surge Tintin com a cabeça coberta?

15) Qual a capa em que apenas Tintin se dirige directamente ao leitor?

16) Quais as capas em que se nota a ausência de Milou?

17) Em que capas enverga o Prof. Tournesol o seu habitual chapéu verde?

18) Dos inimigos declarados de Tintin, apenas um figura numa capa. Diga qual e em que capa.

19) Quais as capas em que é possível ver Tintin usando o seu pull-over azul claro?

20) Qual a aventura que teve duas capas diferentes na sua versão a cores?

21) Em que capas está presente uma garrafa de whisky?

22) Quais as capas onde Tintin é a única personagem humana viva?

23) Qual a capa com o maior número de pessoas?

24) Quais as capas onde a acção se situa na Europa?

25) E em África?

26) E em países europeus imaginários?

27) Em que capas Tintin é visto a segurar uma arma de fogo?

28) Quantos soldados borduros se podem ver na capa de L’affaire Tournesol?

29) Com quem partilham tintin, Milou e Haddock a capa de Coke en Stock?

30) Quais as capas onde surgem crianças?

31) E figuras femininas?

32) Quantos guardas do Castelo Kropow surgem na capa de Le Sceptre d’Ottokar?

33) Quais as capas onde surgem elementos vegetais?

34) Qual a primeira capa onde surge o Prof. Tournesol?

35) Quais os títulos que começam com a palavra Tintin?


Respostas (não confirmado)

1) Arma de fogo: Voo 714?

2) De costas: Ilha, Rumo, Explorando, O caso, Alph-art

3) Haddock só não marca presença em três capas; Estrela, Rackam, Ouro negro, Alpha-art 

4) Tintin a conduzir um veículo motorizado; Congo, Ouro negro

5) Haddock aparece com o seu boné de marinheiro; Templo, Tibete, Picaros

6) Capas onde podem ser avistados corpos de água (rios e/ou mares); Orelha, Ilha, Estrela, Rackam, Carvão 

7) E desertos terrestres; Caranguejo, Ouro Negro

8) Outros animais não racionais vivos; Congo, Caranguejo, Rackam, 

9) Quem partilha com Tintin e Milou a capa de Vol 714 pour Sydney; Haddock +2

10) Objectos a substituir a letra O no título de Les Bijoux; jóias

11) Capas com veículos voadores;  Nenhum? 7 Bolas

12) Aparecem câmaras de filmar; congo, castafiore

13) Capas com os Dupondt; ouro negro

14) Tintin com a cabeça coberta; congo, lotus. orelha, ilha, caranguejo, explorando, tibete, 

15) Tintin dirige-se directamente ao leitor; jóias

16) Não aparece Milou; alph-art

17) Prof. Tournesol aparece com o chapéu verde; 7 bolas, pincaros

18) Inimigo que figura numa capa; carvão (PIotr)

19) Tintin com o seu pull-over azul claro; 7 bolas, templo, ouro negro, o caso, carvão, jóias, voo 714, picaros

20) Aventura com duas capas diferentes na sua versão a cores; ilha negra

21) Capas onde  está presente uma garrafa de whisky; caranguejo

22) Tintin é a única personagem humana viva; sovietes, charutos, lotus, ilha, estrela, rackham , alpha

23) Capa com o maior número de pessoas; o caso, jóias

24) Capas situadas na Europa; ilha, estrela, licorne, carvão, joias

25) Em África; congo, caranguejo?

26) Em países europeus imaginários; ceptro, rumo

27) Tintin segura uma arma de fogo; voo 714

28) Nº soldados borduros na capa de L’affaire Tournesol; 3

29) Quem partilha com tintin, Milou e Haddock a capa de Coke en Stock; Piotr

30) Capas com crianças; congo, templo

31) Capas com figuras femininas; jóias

32) Nº de guardas que surgem na capa de Le Sceptre d’Ottokar: 2

33) Capas com elementos vegetais; congo, america. orelha, ceptro, estrela, o caso, picaros

34) Primeira capa onde surge o Prof. Tournesol: 7 bolas

35) Títulos que começam com a palavra Tintin; congo, américa, ouro negro, tibete, picaros, alpha-art

sábado, 2 de maio de 2009

O eurocéptico da Sildávia

O articulista Miguel Gaspar publicou no Jornal Público de 21 de Abril de 2009 uma crónica intitulada «O eurocéptico da Sildávia».

“(…) Depois de não se entenderem se deviam discutir temas europeus ou temas nacionais na campanha, os candidatos portugueses chegaram todos à conclusão que os temas europeus eram temas nacionais e que os temas nacionais eram temas europeus. Tudo ao molho e fé em Deus. O eurocéptico da Sildávia curvou-se perante o génio português: afinal de contas, quando se começa uma campanha a discutir o que se pode e não pode discutir, o mais certo é acabar a campanha sem discutir o que quer que seja. E era isso que os sildavos precisavam saber para continuarem a ser membros da UE sem o ser, a ganhar o subsídio e não a querer ter a maçada de ter uma política europeia, ou nacional ou outra. E o eurocéptico da Sildávia declarou, comovido: um país tão bom como este até podia ser como a Sildávia e nunca ter existido.” – 

Miguel Gaspar, Público, 21/04/2009

Tintinófilo, 01/05/2009