Nuno Markl, Facebook, 9 de Setembro de 2016
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
Nuno Markl e a Rádio Voz de Benfica
sábado, 16 de janeiro de 2021
Leilão de desenho de Tintin atinge valor recorde de 2,6 milhões de euros
Desenho original do belga Hergé, feito em 1936 para a capa da obra O Lótus Azul, supera um recorde mundial de um leilão de uma obra de banda desenhada, que pertencia ao próprio Hergé.
domingo, 10 de janeiro de 2021
sexta-feira, 1 de janeiro de 2021
quinta-feira, 24 de dezembro de 2020
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
Espólio de Hergé e as visões de Dante segundo Botticelli na Gulbenkian em 2021
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A partir de 7 de Outubro, e até 10 de Janeiro de 2022, pode ser visitada na Galeria Principal a exposição “Hergé”, apresentada pela primeira vez no Grand Palais, em Paris.
Esta exposição reúne uma importante selecção de documentos, desenhos originais e várias obras criadas pelo autor de Tintin.
“Organizada em colaboração com o Museu Hergé de Louvain-la-Neuve, a mostra revela as múltiplas facetas de uma personalidade artística de referência, da ilustração à banda desenhada, passando pela publicidade, imprensa, desenho de moda e artes plásticas”, explicita a Gulbenkian, destacando que esta é “uma oportunidade única de descobrir os tesouros dos estúdios Hergé: pranchas originais, pinturas, fotografias e documentos de arquivo”.
Lusa
sábado, 19 de dezembro de 2020
Tintin na Juvebêdê
A revista Juvebêdê de Outubro de 2019 publicou um destaque ao álbum duplo das aventuras lunares de Tintin, editado pela ASA, comemorando os 50 anos do primeiro homem na Lua.
domingo, 6 de dezembro de 2020
Prendas de Natal 2020
Segue, por conseguinte, um combinado de sugestões devidamente ajustado à época, a de 2020. E não se fala mais nisso, no pasa nada.
Também não se passa nada, nada de nada, em As Jóias da Castafiore, a deliciosa -- de todas, talvez a mais deliciosa -- banda desenhada de Hergé. Ao contrário das outras aventuras de Tintim, trepidantes de viagens e vilões, nesta ninguém vai a lado algum, nem acontece coisa alguma. Ou acontece tudo, um tudo que é nada e um nada que é tudo, num delirante novelo de peripécias e mal-entendidos em que toda a gente se agita sem sair do sítio, o castelo de Moulinsart.
Ora esta comédia imóvel, a anti-aventura em huis clos a que até um filósofo famoso consagrou um extenso artigo em torno da impossível comunicação entre os seres humanos, é também uma engenhosa brincadeira inspirada no enredo de La Gazza Ladra (A Pega Ladra), uma ópera de G. Rossini que, essa, não é considerada nem cómica, nem séria, mas sim… “semi-séria”. E chamar a algo “semi-sério” é já por si mesmo, convenhamos, um nadinha cómico.
O que Hergé talvez desconhecesse – mas o acaso faz bem as coisas, como se sabe -- é a pequena história por detrás da própria criação da Gazza Ladra. Consta que o diretor do Scala de Milão, conhecendo como conhecia a incontível alegria de viver de Rossini e temendo não ter a ópera pronta a tempo da estreia, confinou o pobre compositor no quarto. Gioachinno não tinha o direito de sair e atirava as partituras da Abertura pela janela para serem distribuídas pelos músicos da orquestra.
Custa a crer que um tema que tanto nos induz a contemplar o teatro do mundo em modo divertido, a banda sonora que o transfigura, tenha sido composto nestas condições. É fazer a experiência logo na dita Abertura, a partir do minuto 4’20’’.
E as Jóias da Castafiore? Ah... nem tudo o que reluz é ouro. Mas que interessa isso à pega? Só mesmo a Castafiore, o Rouxinol Milanês, é que se aflige -- e nós com ela, mais os castiçais que ela estilhaça nos agudos ao cantar a “Ária das Jóias”, da ópera Fausto, de C. Gounod. Haverá alguém que tenha lido a banda desenhada e não tenha ardido de curiosidade de saber a que soava “AAAAAh je ris, de me voir si belle en ce miroir….”. Soa assim, a partir do minuto 2’20’’, na voz grande de Anna Netrebko.
Boas compras, como dizem no supermercado.
Manuela Ivone Cunha
in Blogue Malomil
quarta-feira, 25 de novembro de 2020
Dupond e Dupont
Dupond e Dupont são dois célebres personagens de "As Aventuras de Tintin" do autor belga Hergé. São dois polícias (?), em tudo muito semelhantes. Por exemplo, Dupond diz "Não a um bloco central" e Dupond retorquirá "Direi mesmo mais: não a um bloco central".
Ontem, 4 de janeiro de 2018, assisti na TV a um frente-a-frente dos dois candidatos à liderança do PSD: Santana Lopes e Rui Rio. Foi o próprio Dr. Santana Lopes que mencionou a analogia com os personagens da BD, afirmando que não eram eles, mas sim o Dr. Rui Rio e o actual Primeiro Ministro. Na minha opinião são mesmo eles, Santana Lopes e Rui Rio, os mais parecidos com a famosa dupla.
Um deles será o líder de um dos maiores partidos políticos nacionais. Um partido que recebe milhões de votos. Pergunta: não encontram mais ninguém entre toda essa gente para liderar o partido?
Não sou "adepto" do PSD (antes pelo contrário), mas estou convicto que esse grande partido merecia melhor que as trapalhadas do Santana e as habilidades do Rui.
Se atendermos à Lei de Murphi isso é preocupante: se um deste homens tiver a possibilidade de cometer um erro, decerto o fará. E o assunto não interessa apenas aos simpatizantes daquele partido; interessa a todos. As pessoas, um pouco por todo o lado, têm vindo a demonstrar uma estranha tendência para eleger os piores candidatos. Cuidado: corremos o risco de um deles, Santana Lopes ou Rui Rio poder alcançar o cargo de primeiro ministro.
Deixo aqui o meu apelo às gentes do PSD. Rebusquem, investiguem, vasculhem entre os militantes, encontrem outros candidatos menos patuscos, mais compenetrados, mais credíveis. Por favor...









