sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Serafim Lampião dos Seguros

Amigo Vítor !

Eu sou o simpático e sempre disponível, o verdadeiro amigo, o Serafim Lampião dos Seguros.

Dizem que sou chato, maçador e inoportuno. Não é verdade! Sou o amigo sempre ao dispor!

Como ainda não dei a minha opinião sobre este triste caso do CAF... aproveito a ocasião e peço desculpa pelo incómodo.

Se me tivessem consultado o CAF não teria sido condenado naquele triste caso do jogador Paulo Ricardo, teriam um bom seguro e muito barato.

Também eu teria aconselhado os serviços de um bom amigo que é advogado, e muito bom, para vos orientar no longo processo e ir a Tribunal , atempadamente, para tratar do caso. Conselho de amigo pois não cobraria nada como comissão.

Essa da mudança do nome do Farminhão não lembraria ao diabo ! Só o Sr. A. M. e aos seus colegas ! Será que o notório e condenado burlão continua a dirigir o Clube, os Clubes, da choldra ? Ao ser detido afirmou que sim!

A propósito sei que se mudaram para uma nova Sede. E seguro já fizeram ? Não se esqueçam do Serafim! Faço, sempre aos amigos, o mais barato e melhor!

Os Senhores Directores do "AVFC" não precisam de nada - seguro de automóvel, vida, doença, acidentes pessoais, PPR, qualquer outro... eu faço de tudo e mais barato!

E árbitros sou amigo de alguns... se precisarem não hesitem, falem cá com o velho Serafim!

Hoje fico por aqui e despeço-me do amigo Vítor e de todos os amigos.. com a promessa de voltar.

SERAFIM LAMPIÃO

Agente de Seguros

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Esta semana fica marcada pelo anunciado fim físico do Clube Académico de Futebol.  Esta situação até era esperada, em termos de vivência desportiva, com os resultados dos escalões de formação a demonstrarem o mal que vai naquela casa.  

Com a, possível, «selagem» da Sede do clube o que fica? Quase nada.  

Os problemas financeiros, bastante negativos, permanecem. Só que num outro processo de criação ganhava-se um clube pensado, motivado e organizado.  

Os juniores B do CAF foram goleados por 12-1 pelo Porto. A diferença entre as equipas já não é justificativa para este tipo de resultados. Não há responsáveis para assumirem a desmotivação deste grupo de trabalho?! Está-se a fazer formação?! Que jovens se estão a formar?!  

Muitos pensam que se pode mentir somente quando se fala e não quando se está calado.  

As equipas de iniciação e formação do CAF estão a viver no limite, no risco. Até quando será possível aguentarem? Ultrapassa a centena o número de praticantes dos escalões de iniciação e formação e parece que se continua a olhar, só, para o próprio umbigo.   

Agora vamos ver como decorrem as coisas para quem muito deu, pensando sempre estar a fazer bem, de si ao clube. O CAF vai ser uma boa recordação para muitos mas, infelizmente, um mar de problemas para alguns.  

A opção tomada do recriado Académico tem sempre de ser colocado em causa, por muito que custe a algumas pessoas. 

Viseu trocou um Clube por uma equipa.

Vítor Santos, Jornal do Centro, 28/10/2005

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Tintin e o imobiliário

João Pessoa e Costa, deputado municipal de Lisboa, cronista no Semanário Económico publicou um artigo no Semanário Económico de 9 de Maio de 2006 um artigo intitulado «Tintin e o imobiliário» onde evidencia as qualidades do nosso herói, nomeadamente, a ética, a inteligência emocional, o trabalho em equipa, a imaginação e criatividade e a orientação e resultados, tudo isto para realçar um código de conduta a seguir pelos agentes imobiliários.

https://tintinofilo.over-blog.com/article-19626369.html


sábado, 19 de abril de 2008

Tormentas


Tormentas-de-Mandrake-e-de-Tintin-no-Congo.jpg

Livro de contos de António Cabrita

Teorema, 2008

«Tormentas... rastreia, em contos vários, um percurso e a sensibilidade de uma geração deserdada de todos os combates e que cresceu entre a miragem da Europa e a 'perda do Império»

ver publicação no anterior blog.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

José Abrantes

Mas o imaginário de José Abrantes deu-nos ainda mais personagens, com um humor por vezes mais sarcástico e acutilante, que distribuiu pelos mais diversos meios de publicação, como Tantã e Liru, versões nacionais e bem humoradas dos heróis de Hergé, o Capitão Marselha e ainda Angstrom e Ribico.

https://arquivo.pt/wayback/20180716194125/http://trabalhosmeus.blogspot.com/

Capitão Marselha, este nome diz-lhe alguma coisa? Mas Capitão Haddock, esse sim, claro que sim. E não lhe parece que há semelhanças físicas, até de vestuário, entre um e outro? É perfeitamente natural, visto que o criador do Capitão Marselha, José Abrantes, é um indefectível entusiasta da obra de Hergé e respectivas personagens...

https://divulgandobd.blogspot.com/2008/03/banda-desenhada-portuguesa-nos-jornais.html


Página datada de 2001

https://arquivo.pt/wayback/20050718190630/http://quadradinhos.blogspot.com/2005/05/jos-abrantes.html


segunda-feira, 10 de março de 2008

Annualia 2007-2008

Annualia 2007-2008: uma recensão crítica

Este terceiro volume consecutivo da Annualia é uma pequena preciosidade. A Annualia veio substituir a Enciclopédia Verbo no seu formato clássico e é um achado editorial, como compromisso entre a estrutura enciclopédica do passado e as preocupações de uma publicação anual onde se registam dossiês e factos pertinentes, efemérides, se abordam grandes temas da actualidade ou se evocam figuras prestigiantes que desapareceram durante o período em análise. E, não menos importante, pelo o seu carácter documental, ficam também averbadas as atribuições de prémios em contexto nacional e internacional e passa-se em revista o dossiê do mundo em 2007.

(...)

A Annualia é assim um livro de cabeceira e de consulta a desoras. Hergé teve o seu primeiro centenário em 2007, é um dos sumo-sacerdotes da BD, o genial criador de Tintim, o jovem jornalista exemplar com histórias audaciosas pelo o mundo inteiro. Mas a sua ousadia na BD não se confinou a Tintim, deixou-nos uma plêiade de figuras destinadas à posteridade: o Capitão Haddock, colérico, eufórico e sentimental; o Professor Girassol, o sábio mais distraído do universo; Bianca Castafiore, a caprichosa diva do bel-canto; Dupond e Dupont, os desastrados polícias que muitas vezes triunfam na sombra dos êxitos retumbantes do jovem Tintim... Hergé criou uma vasta galeria de personagens como mordomos, meninos traquinas, um comerciante e um sábio português, um canalha de grande coturno, Roberto Rastapopoulos, o marquês de Gorgonzola, mas também o cão Milu, o General Alcazar, um charlatão sempre á procura de revoluções, gente chata como Serafim Lampião, entre tantos outros. Hergé é um habilidoso anotador de códigos de valores ainda hoje ancorados e apreciados por crianças de todas as idades.

Este ano a Editorial Verbo comemora cinquenta anos. A vida editorial portuguesa teve na Verbo uma elevadíssima expressão cultural, na Enciclopédia e nas enciclopédias especializadas, em grandes obras que giraram à volta da arte e do património cultural, mas também do livro infantil, do estudo universitário e até do dicionário.

É a historia de um esforço que merece ser saudado nesta Annualia 2007-2008.

Beja Santos, 20/02/2008

Centenário do nascimento de Hergé

Hergé, patriarca da família Tintim é o título do texto de António Leite da Costa publicado na ANNUALIA 2007-2008.

O artigo contém preciosa informação histórica, nomeadamente sobre a publicação das histórias e desenhos de Hergé em Portugal e tem muitas e belas ilustrações, como abaixo fica exemplificado.

Capa de O Papagaio (1936) a anunciar o início da publicação de Tintim na América


O português Oliveira da Figueira, na versão original de Os Charutos do Faraó



terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Carnaval - 2008


Tintin no Carnaval de Torres Vedras

Publié le 2 février 2008 par Zetantan

Este ano, o tema do Carnaval de Torres Vedras é a Banda Desenhada. E, claro que não podia faltar o Tintin..

sábado, 16 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Tintim assinala entrada do euro

Para assinalar o fim do franco belga e o nascimento do euro, os correios da Bélgica vão emitir dois selos, ainda com o valor facial nas duas moedas, com um dos mais marcantes personagens do imaginário infantil (e não só): Tintim, "o repórter que nunca escreveu uma linha". Os selos e o correspondente bloco, que serão postos à venda precisamente hoje, celebram igualmente um outro aniversário: os 70 anos da edição do álbum "Tintim au Congo" e, por isso, reproduzem pormenores da primeira capa e da capa actual do álbum que, em Portugal, foi editado pela primeira vez em 1939, na revista "O Papagaio", com o título "Tim-Tim em Angola". Sendo um dos mais contestados da carreira de Hergé, devido a uma pretensa visão racista e colonialista do autor, na época ainda muito influenciado pelo conservador director do jornal "Le Petit Vingtiéme", onde Tintim viveu as suas primeiras aventuras, tal como "os primeiros argumentos e cenários criados por Hergé, pelo seu carácter simplista, rudimentar, senão mesmo caricatural, deve ser lido como uma obra da juventude", como refere Rita P. Ramos num longo e interessante estudo sobre o álbum publicado no nº 1 da III série da revista "Quadrado".

Uma amizade duradoura .
Segundo os correios belgas, "esta emissão pretende ser também uma modesta mas muito atraente contribuição para a amizade duradoura que une a Bélgica à República Democrática do Congo", pelo que estes dois selos do correio serão igualmente emitidos neste último país..
Esta não é, no entanto, a primeira vez que a célebre criação de Hergé é alvo de tal homenagem. A primeira aparição de Tintim em selos (conjuntamente com Milou e o Capitão Haddock), aconteceu em 1979, já na Bélgica, naquele que seria o primeiro selo da série "Philatélie de la Jeunesse," dedicada aos heróis dos quadradinhos daquele país, série essa que se tornaria anual a partir de 1986, e por onde já passaram, entre outros, Spirou, Lucky Luke, Blake e Mortimer, Boule e Bill, Gaston Lagaffe, Cubitus, Ric Hochet ou Luc Orient..
Vinte anos depois, 1999 podia quase ser classificado como o "ano Tintim" no que respeita à filatelia. De novo na Bélgica, numa folha intitulada "Volta ao século XX em selos", encontramos de Tintim, agora como o manipulador de uma marioneta que é nada mais nada menos do que... Hergé, o seu autor. No mesmo país, o bloco de nove selos comemorativo dos dez anos do Centre Belge de Bande Dessinée reproduzia criações de oito autores belgas já falecidos e uma fotografia com a réplica do foguetão em que Tintim foi à Lua. A viagem espacial de Tintim foi também o tema escolhido pela Holanda para um bloco com dois selos e, ainda no mesmo ano, em Angola, a emissão não oficial "Countdown to the Millenium" assinalava o ano de 1929 com um fotograma do desenho animado "Tintim e o Templo doSol"..
Também a França homenageou Tintim, no ano 2000, na segunda edição da sua "Fête du timbre", através da emissão de um selo, um bloco e uma folha miniatura. Esta "festa" anual tivera início um ano antes, com Astérix, e prosseguiu em 2001 com Gaston Lagaffe, estando previsto um selo dedicado a Boule e Bill para Março de 2002. Como curiosidade, refira-se que o selo com Tintim foi o de maior sucesso, pois vendeu 15 milhões de exemplares contra "apenas" 9,6 milhões do selo Astérix..

© 2001 Jornal de Notícias; Pedro Cleto